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Renascida da Dor, Caçadora da Justiça

Capítulo 3 

Palavras: 607    |    Lançado em: 07/07/2025

. Eu e a minha mãe mudámo-nos par

muito. Comia pouco. O luto pela minha filh

, certificava-se de que eu tomava banho, sentava-

rcio, recebi uma chamada

médico que tinha f

as gentil. "Lamento incomodá-la neste momento difí

untei, o meu co

a, como é procedimento padrão em casos co

ita na cama. "

mos inicialmente. Encontrámos vestígios de uma droga no seu si

a droga? Como é qu

roga não é algo que usamos neste hospital.

ou a girar. Quem fa

. A Sofia, a minha cunhada. O seu ódio por

.. não. Era demasiado monstr

ena? Aind

ha voz a tremer. "O qu

sua filha não foi um aci

me com a força de

assassinado

," continuou o Dr. Mendes. "E

inhas mãos tremiam tanto q

uarto, atraída pela min

foi, qu

ela foi as

. O rosto da minha mãe ficou pálido,

tre dentes. "Eu sabia qu

ansformou-se em raiva. Uma

minha filha de mim.

Dois detetives, um homem e uma

Sobre a minha gravidez, o meu relaci

da minha sogra. A forma como o Pedro se vir

Inspetor Alves, ouviu at

no hospital no dia em que a su

pareceu por um bocado. Disse que e

acesso ao

perar do parto. Mas ela estav

trocou um olhar c

na, lamento a sua perda. E prometo-lhe qu

ti uma nova determinaçã

ícia fizesse o seu trabalho. Eu ia

ia iss

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Renascida da Dor, Caçadora da Justiça
Renascida da Dor, Caçadora da Justiça
“Quando o médico me disse que a minha bebé recém-nascida tinha morrido, o mundo parou. Deitada na cama do hospital, ainda dorida do parto, a única coisa que ouvia era o zumbido nos ouvidos. Nesse momento de luto esmagador, o meu telemóvel tocou. Era o meu marido, Pedro, mas havia 18 chamadas perdidas. Depois, uma mensagem dele: "Helena, onde estás? O avô dela quer vê-la." O meu sogro tinha acabado de falecer no hospital ao lado. A sua voz, quando finalmente o alcancei, não era de preocupação, mas de pura acusação. "Helena! Finalmente! O pai acabou de falecer. Ele queria ver a neta antes de partir. Porque é que não atendeste as minhas chamadas?" A dor no meu coração era insuportável, mas tentei sussurrar: "A Eva... ela não sobreviveu." Um silêncio frio do outro lado. Não de choque, mas de vazio. Depois, a voz da minha cunhada, Sofia, falsamente doce: "Pedro, querido, não sejas duro com a Helena. Mas o pai... é uma pena que a Helena não tenha chegado a tempo." A raiva ferveu em mim, mas o Pedro respondeu gelado: "Que tipo de desculpa é essa?" Ele não acreditava. Desligou, deixando-me a questionar: Onde estava o homem que amava? Como pôde ele pensar que eu inventaria a morte da nossa filha? Ele não me apoiou. Não me acreditou. Pior, ele me largou. Ele e a sua família deixaram-me sem nada, expulsando-me como lixo. A Sofia, que sempre me odiou, sorria vitoriosa. Eu estava sozinha, despedaçada, mas então a verdade cruel foi revelada: A morte da minha bebé não foi acidente, foi homicídio. Alguém assassinou a minha doce Eva. A polícia foi notificada, mas eu jurei, com o coração em chamas: Eu própria encontraria o monstro que tirou a minha filha de mim, e fê-los-ia pagar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10