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Renascida da Dor, Caçadora da Justiça

Capítulo 4 

Palavras: 754    |    Lançado em: 07/07/2025

ação. Parecia uma loucura, mas e

passo foi vol

rçário. A maioria delas lembra

enfermeira mais velha, com simpatia. "Famílias a celebrar, f

uando uma enfermeira mais jove

," disse ela em voz baixa. "

guntei, o meu coração

a o direito. Eu disse-lhe que apenas os pais eram permitid

conteceu

A Sofia saiu furiosa. Mas... eu vi-a

m q

peza. A Lúcia. Elas estavam a convers

me dizia nada.

contrar a Lúci

espediu-se no dia seguinte à... à morte da sua

da coin

spital com um novo alvo. L

pouco do dinheiro que a minha mãe tinha guardado para s

nos arredores da cidade. Um p

uém respondeu. Bati ou

sta. Uma mulher de meia-idade, com o

ocê?" per

ciso de falar consigo sobre

álido. "Eu não sei

orta, mas eu coloquei

um pouco. "A minha filha morreu. Eu sei qu

e lágrimas. "Eu não posso falar

matá-la?

aterrorizada. "Por

sisti. "Quanto é que ela lhe pagou? Pagou-lhe para en

a soluçar, o seu

la. "Eu precisava do dinheiro. O meu filho es

diu para fazer?" perguntei,

e que era apenas uma vitamina. Para colocar no biberão d

entira era tão si

Eu não acreditei nela, mas ela deu-me m

ê fez

berçário quando ninguém estava a olhar. Eu coloquei o líquido no

mim. Esta mulher, por desespero, t

eiro monstro

ntar isto à pol

Sofia disse que se eu abrisse a b

la," disse eu. "Eles pod

a conhece.

conhecia-a

e tática. "Ajude-me a apanhá-la. Dê-m

ela entrou em casa e volt

bancária. Cinco mil euros. Da con

dia em que

a de que e

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Renascida da Dor, Caçadora da Justiça
Renascida da Dor, Caçadora da Justiça
“Quando o médico me disse que a minha bebé recém-nascida tinha morrido, o mundo parou. Deitada na cama do hospital, ainda dorida do parto, a única coisa que ouvia era o zumbido nos ouvidos. Nesse momento de luto esmagador, o meu telemóvel tocou. Era o meu marido, Pedro, mas havia 18 chamadas perdidas. Depois, uma mensagem dele: "Helena, onde estás? O avô dela quer vê-la." O meu sogro tinha acabado de falecer no hospital ao lado. A sua voz, quando finalmente o alcancei, não era de preocupação, mas de pura acusação. "Helena! Finalmente! O pai acabou de falecer. Ele queria ver a neta antes de partir. Porque é que não atendeste as minhas chamadas?" A dor no meu coração era insuportável, mas tentei sussurrar: "A Eva... ela não sobreviveu." Um silêncio frio do outro lado. Não de choque, mas de vazio. Depois, a voz da minha cunhada, Sofia, falsamente doce: "Pedro, querido, não sejas duro com a Helena. Mas o pai... é uma pena que a Helena não tenha chegado a tempo." A raiva ferveu em mim, mas o Pedro respondeu gelado: "Que tipo de desculpa é essa?" Ele não acreditava. Desligou, deixando-me a questionar: Onde estava o homem que amava? Como pôde ele pensar que eu inventaria a morte da nossa filha? Ele não me apoiou. Não me acreditou. Pior, ele me largou. Ele e a sua família deixaram-me sem nada, expulsando-me como lixo. A Sofia, que sempre me odiou, sorria vitoriosa. Eu estava sozinha, despedaçada, mas então a verdade cruel foi revelada: A morte da minha bebé não foi acidente, foi homicídio. Alguém assassinou a minha doce Eva. A polícia foi notificada, mas eu jurei, com o coração em chamas: Eu própria encontraria o monstro que tirou a minha filha de mim, e fê-los-ia pagar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10