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O Preço da Ascensão

Capítulo 2 

Palavras: 659    |    Lançado em: 07/07/2025

te, um oceano no qual

pressa, seguiam um roteir

tava presa àquela conversa, a voz de João e

viu de

se a voz mecânica do Sistema. "A entidade Ana Paula está most

veio em seguida,

a que o destino de Patrícia seja comple

s, mas não havia como es

lpe, mais doloroso qu

esitar, uma anomali

ontinuação pode resultar em danos permanentes ou

João ordenou, sua voz dura. "Aumente a intensidade das p

m baixo e quebrado que s

noite anterior

raca, os sintomas de sua

os de João, dizendo

jando sua testa. "Eu estou aqui. Eu nunca vou de

ça agora

a olhar de amor era uma peça do

abendo que no dia seguinte

o plano era i

"O que você fará com ela quando

ela, a cobrirei de amor e presentes. Ela nunca saberá a verdade. Pensará que foi ap

lencioso brotou no

era tão vasta qu

gar o que estava fazendo com ela? Que o

a sugestão que selou o

otal da pureza e da dignidade social da entidade. Isso garantirá que o infort

uma

pareceu hesitar

apenas u

de Patrícia precisa ser impecável para o casamento dela com o herdeiro dos

Paula parou de ba

trícia. Era para o benefício de

as um sacrifício

lhada e fria, aos homens através de um

or maneira possível. Quero que ela perca tudo.

s se ent

de Ana Paula, um sor

e disse, a voz áspera. "

ula sentiu naquele

do, caindo, sem nada a que se agarrar, enquanto o

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O Preço da Ascensão
O Preço da Ascensão
“João, meu marido, a estrela em ascensão do futebol brasileiro, um dia me trouxe um presente que prometia a cura para minha doença rara: uma pulseira de platina. Ele disse que era o resultado de 99 penalidades suportadas, um sacrifício inacreditável para me salvar. Eu, Ana Paula, beijei as cicatrizes em suas costas e acreditei em cada palavra, em cada "meu amor". Mas tudo era uma mentira. Uma semana depois, fui brutalmente sequestrada e jogada em um galpão imundo, onde a violência começou. Em meio ao terror, a pulseira rachou, e uma voz mecânica, seguida pela de João, ecoou em minha mente, falando sobre 'transferência de infortúnios' e 'Patrícia'. Patrícia não era eu. Era a socialite que ele deveria "proteger". A pulseira não era minha. Na parte interna, um nome gravado: Patrícia. O choque paralisou meu corpo, a traição me rasgou. Eu era a provação, o sacrifício para limpar o destino dela e abrir o caminho para a ascensão social dele. A crueldade se aprofundou. As ordens de João para meus agressores foram de me humilhar e destruir minha dignidade. Então, tive uma náusea estranha, uma revelação esmagadora: eu estava grávida. O filho de João. O monstro que me destruía. Um chute em meu estômago. O sangue. Meu bebê. Perdido. A dor física e emocional se misturaram, o vazio me consumiu. E então, ele "me resgatou", encenando o herói preocupado para a câmera, a nação e a mim. "Vai ficar tudo bem, meu amor", ele sussurrava, enquanto eu desmaiava em seus braços, sentindo um desprezo que queimava mais que qualquer ferida. Internada, mudei-me para uma "gaiola de luxo", afastada do mundo. Patrícia, a beneficiada de minha miséria, me visitou, revelando mais detalhes da trama e me envenenando. Minha garganta ardia, incapaz de falar. João, indiferente, cuidava de Patrícia, que fingia estar doente, precisando de uma transfusão de sangue. "O tipo sanguíneo dela é raro. O mesmo que o seu." Fui forçada a doar. Minha vida, gota a gota, escorrendo para salvar minha algoz. Mas antes que a escuridão me levasse, entreguei a Lucas, o único gentil, um gravador com as confissões e o resultado de meu teste de gravidez. Morri sabendo de tudo. Missão principal concluída. O sofrimento de Ana Paula foi o prêmio de João.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10