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O Preço da Ascensão

Capítulo 3 

Palavras: 716    |    Lançado em: 07/07/2025

or e humilhação, algo mu

tre, uma leve náusea que não tin

ira brevemente algumas semanas antes, mas q

áv

mente com a força de uma r

tava g

ão. O filho do monstro

nou. O instinto de proteger. Ela tentou se encolher

sores não se

dens de João com um

chutou com for

te de tudo que ela já

gr

quente e espesso, manchand

a que congelou sua alma,

ivera tempo de nascer em sua mente foi

, sacrificada no altar da ambiçã

ocional da perda e da traição, criando um c

mais. Não havia

m va

angrando e quebrada, um d

sparou, ce

Em seu estado mais vul

he como fisioterapeuta", disse o homem, com uma satisfação casu

seu corpo, sua alma, s

u

e do dia em q

orou no

ue já lhe acontecera, que ela o salvara de uma

honrá-la e protegê-la, na saúde e na

a era agora

, um ato d

mo", uma ment

. Frágil, dependente, desesperada por um milagre. Um recipiente

a do galpão se abr

a cegou por

estav

o

osto contorcido em uma másc

s!", ele gritou para os home

ia patética de socos e chutes. Os h

herói chegando para sal

mais doentia que

, o pânico em seus olhos er

ue eles fizeram com

a se encolheu, a pele dela s

tes a confortava, ago

u nos ol

agora via apenas um a

dela. Ou talvez tenha visto e int

pagarem!", ele gritou, olhando para os agressor

o "marido preocupado" a

amor. Eu estou aqui agora

ele eram ocas

tiu antes de desmaiar nos braços de seu carrasco foi um de

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O Preço da Ascensão
O Preço da Ascensão
“João, meu marido, a estrela em ascensão do futebol brasileiro, um dia me trouxe um presente que prometia a cura para minha doença rara: uma pulseira de platina. Ele disse que era o resultado de 99 penalidades suportadas, um sacrifício inacreditável para me salvar. Eu, Ana Paula, beijei as cicatrizes em suas costas e acreditei em cada palavra, em cada "meu amor". Mas tudo era uma mentira. Uma semana depois, fui brutalmente sequestrada e jogada em um galpão imundo, onde a violência começou. Em meio ao terror, a pulseira rachou, e uma voz mecânica, seguida pela de João, ecoou em minha mente, falando sobre 'transferência de infortúnios' e 'Patrícia'. Patrícia não era eu. Era a socialite que ele deveria "proteger". A pulseira não era minha. Na parte interna, um nome gravado: Patrícia. O choque paralisou meu corpo, a traição me rasgou. Eu era a provação, o sacrifício para limpar o destino dela e abrir o caminho para a ascensão social dele. A crueldade se aprofundou. As ordens de João para meus agressores foram de me humilhar e destruir minha dignidade. Então, tive uma náusea estranha, uma revelação esmagadora: eu estava grávida. O filho de João. O monstro que me destruía. Um chute em meu estômago. O sangue. Meu bebê. Perdido. A dor física e emocional se misturaram, o vazio me consumiu. E então, ele "me resgatou", encenando o herói preocupado para a câmera, a nação e a mim. "Vai ficar tudo bem, meu amor", ele sussurrava, enquanto eu desmaiava em seus braços, sentindo um desprezo que queimava mais que qualquer ferida. Internada, mudei-me para uma "gaiola de luxo", afastada do mundo. Patrícia, a beneficiada de minha miséria, me visitou, revelando mais detalhes da trama e me envenenando. Minha garganta ardia, incapaz de falar. João, indiferente, cuidava de Patrícia, que fingia estar doente, precisando de uma transfusão de sangue. "O tipo sanguíneo dela é raro. O mesmo que o seu." Fui forçada a doar. Minha vida, gota a gota, escorrendo para salvar minha algoz. Mas antes que a escuridão me levasse, entreguei a Lucas, o único gentil, um gravador com as confissões e o resultado de meu teste de gravidez. Morri sabendo de tudo. Missão principal concluída. O sofrimento de Ana Paula foi o prêmio de João.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10