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Beijo de Cobra: Fim de Um Amor

Capítulo 2 

Palavras: 1002    |    Lançado em: 07/07/2025

e antes lhe traziam paz agora pareciam acusá-lo com seu silêncio. Ele encontrou seu amigo Lu

balançou a cabeça, a indignação clara em sua

ontou sobre o brinco, a cena na sala, a orquídea roubada, a hum

quanto aquela flor significava pra m

sse, com uma raiva que João sentia em n

não consigo nem

estava em outro lugar, revivendo a cena da traição repetidamente. O cheiro das flores lhe dava náuseas. A beleza da natureza p

lha. Ele precisava confrontá-la, longe dos olhares curiosos, precisav

rosto, apenas uma frieza calculista. Ela se movia com uma eficiênc

ela disse, sem

Ana Lúcia. Ou vo

encarou. Havia um brilh

ito tempo, p

ele disse, a voz baixa, m

som seco e

s sujas de terra. Olhe para essa casa simples. Você acha que

raiva que vinha de anos de sacrifício, de noites mal dormidas pensando em com

r conforto, para pagar suas faculdades que você nunca terminava, seus cursos,

e uma década explodindo de uma só vez. E

Rodrigo me dá paixão! Ele me dá emoção! Ele não cheira a terra molhada o dia todo! Ele me leva a l

arlos ficou sem palavras por um momento. Ela o culp

ele disse, a voz agora perigosame

, eu vou embora. Mas eu quero metade de tudo. Da casa, do c

se formando em sua ment

sta casa agora, apenas com as suas roupas, e a gente se divorcia sem escândalo,

inco de pérola brilha

iu o medo em seus olhos. Mas foi apenas por um i

ela sibilou. "Você ar

minha," ele respon

lenta. Ela voou para cima dele, unh

o! Você é um fracassado!

. Era o desespero de um animal encurralado. Ele a empurr

omento, a cam

uma rapidez assustadora, seu rosto se transfo

o. Ele veio

no batente, com um sorriso arrogante no rosto. Ele olhou para Joã

ão era mais dor, nem raiva. Era um vazio gelado, uma dormência que tomava conta de todo o seu ser. Ele assistiu, como se fosse um

eguiu foi o som mais alto que João Carlos já tinha ouvido. E

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Beijo de Cobra: Fim de Um Amor
Beijo de Cobra: Fim de Um Amor
“O cheiro de terra úmida e clorofila sempre foi o perfume de casa para João Carlos. Até o dia em que a rara orquídea "Beijo de Cobra", símbolo de sua vida e resiliência, desapareceu do Jardim Botânico. Mas o vazio do pedestal não era nada comparado ao que ele sentiria em casa. Foi um pequeno brilho no chão, um brinco de pérola que ele deu à esposa, Ana Lúcia, que congelou seu sangue e sua alma. A visão dela, rios de risadas com outro homem - Rodrigo, o sujeito que ele tanto desprezava - e sua orquídea rara sobre a mesa de centro, como um troféu macabro da traição, tornou-se o mais profundo abismo para João. Sua voz saiu rouca, dolorida: "O que é isso, Ana Lúcia?". Em meio a mentiras vergonhosas e acusações cruéis, a voz de Ana Lúcia, carregada de um cinismo gélido, revelou: "Essa flor dá sorte no amor. Achei que o Rodrigo merecia um pouco de sorte." A humilhação ressoou pela vizinhança. Ele ligou para a mãe dela, Dona Helena, em um ato de desespero: "Sua filha está aqui em casa. Com outro homem. E com a orquídea que ela roubou do meu trabalho para dar de presente pra ele." Ana Lúcia gritou: "Você enlouqueceu?". "Louco fui eu de acreditar em você por todos esses anos!" Arrastado para fora de sua própria casa, a última frase dela cravou-se em sua memória: "Eu preciso de dinheiro. Você sabe que eu não trabalho. Você tem que me dar a minha parte de tudo." Foi então que a bomba explodiu: um acidente de carro de Ana Lúcia revelou que ela estava grávida de oito semanas. E o pai não era ele. A avó gritava que a culpa era dele. João Carlos, então, olhou para tudo e todos ao redor, e tomou a decisão que mudaria tudo: "Eu preciso de ajuda. Estou sendo agredido e acusado falsamente. Eu quero chamar a polícia."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10