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Beijo de Cobra: Fim de Um Amor

Capítulo 3 

Palavras: 873    |    Lançado em: 07/07/2025

scura, o silêncio da casa amplificando o caos em sua mente. Pela manhã, o

iquei preocupada com você ont

pessa que ele podia sen

ue, Ana Lúci

s de um tempo. Eu estou na casa d

rastou para o trabalho, o corpo pesado de exaustão e tristeza. O sol da manhã parecia ofensivo, a alegria das cr

ndo seu celular tocou novamente. Era um núme

Al

icas. Sua esposa, Ana Lúcia, sofreu um acidente d

onda de pânico o atingiu. E se fosse grave? Ele largou as ferrame

a Lúcia em uma maca de hospital. Ao chegar à emergência lotada, o cheiro de antisséptico e sofrimento o invadiu. Ele pe

tivo na testa, mas parecia bem. Ele levantou a cabeça e vi

ão Carlos perguntou, a voz saind

o. Um carro bateu na nossa traseira," R

aproximou, pr

o marido de

los respondeu, po

nteremos em observação por algumas horas. A boa notícia," o médico sorriu,

do médico ecoaram em sua cabeça,

repetiu, a v

amente oito semanas

s contas na cabeça, rapidamente, desesperadamente. Era impossível. Absolutamente impossível. A verdade o atingiu com

Helena, chegou como um furacão, o rosto vermelho de raiva. Ela pa

cusador para o rosto dele. "A culpa é su

stapeou no rosto. O s

ras, pacientes, outros visitantes. O drama dele,

ligou chorando, disse que você a expulsou d

como reagir. Ele sentia o ardor do tapa no rosto, mas

está dizendo," ele tentou falar, a voz

cê é um monstro! Um aproveitador! Casou co

rir, a humilhar. Ela gritava para que todos o

e você a joga na rua! Qu

ava encolhido na cadeira, evitando o olhar de todos. Ele olhou para

o do que para ela. Ele sentia os olhares de pena e de despre

sto de segurança do hospital. Ele não ia

gurança. "Estou sendo agredido e acusad

tinha apenas começado, e ele não

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Beijo de Cobra: Fim de Um Amor
Beijo de Cobra: Fim de Um Amor
“O cheiro de terra úmida e clorofila sempre foi o perfume de casa para João Carlos. Até o dia em que a rara orquídea "Beijo de Cobra", símbolo de sua vida e resiliência, desapareceu do Jardim Botânico. Mas o vazio do pedestal não era nada comparado ao que ele sentiria em casa. Foi um pequeno brilho no chão, um brinco de pérola que ele deu à esposa, Ana Lúcia, que congelou seu sangue e sua alma. A visão dela, rios de risadas com outro homem - Rodrigo, o sujeito que ele tanto desprezava - e sua orquídea rara sobre a mesa de centro, como um troféu macabro da traição, tornou-se o mais profundo abismo para João. Sua voz saiu rouca, dolorida: "O que é isso, Ana Lúcia?". Em meio a mentiras vergonhosas e acusações cruéis, a voz de Ana Lúcia, carregada de um cinismo gélido, revelou: "Essa flor dá sorte no amor. Achei que o Rodrigo merecia um pouco de sorte." A humilhação ressoou pela vizinhança. Ele ligou para a mãe dela, Dona Helena, em um ato de desespero: "Sua filha está aqui em casa. Com outro homem. E com a orquídea que ela roubou do meu trabalho para dar de presente pra ele." Ana Lúcia gritou: "Você enlouqueceu?". "Louco fui eu de acreditar em você por todos esses anos!" Arrastado para fora de sua própria casa, a última frase dela cravou-se em sua memória: "Eu preciso de dinheiro. Você sabe que eu não trabalho. Você tem que me dar a minha parte de tudo." Foi então que a bomba explodiu: um acidente de carro de Ana Lúcia revelou que ela estava grávida de oito semanas. E o pai não era ele. A avó gritava que a culpa era dele. João Carlos, então, olhou para tudo e todos ao redor, e tomou a decisão que mudaria tudo: "Eu preciso de ajuda. Estou sendo agredido e acusado falsamente. Eu quero chamar a polícia."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10