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Beijo de Cobra: Fim de Um Amor

Capítulo 4 

Palavras: 902    |    Lançado em: 07/07/2025

ospital, o rosto ainda ardendo do tapa, mas a mente surpreendentemente clara. Ele não ia mais se rebaixar

Helena estava no auge de sua performance, apontando para João Carlo

grediu minha filha grávid

ximaram de João Carl

senhor nos acompanhe para

e, calmamente. "Mas eu sugiro qu

r com a cadeira de plástico. Os olhos de todos

ais se aproxi

a sua relação com a

u sou um amigo. Eu estava d

a com ela no carro durante o acidente? O amigo para quem ela roubou uma orquídea

de Rodrigo ficou pálido. Dona Helena p

rlos para Rodrigo, a descon

a voz agora mais dura. "É melhor

e confessou. Contou sobre o caso, sobre estar com Ana Lúcia no momento do aci

da, o rosto dela passando de vermelho para um branco pálido. Ela olhou para a filha, que estava sendo trazida numa cadeira de rodas por uma enf

inha perdido o controle da narrativa. E

o para ele. "Eu cometi um erro. Eu estava confusa. Mas

ingando de cada sílaba. "Ana Lúcia, nós não dormi

airou no ar, fei

tática. A vergonha foi substituída por um cálculo frio. Ela

reputação da nossa família. O que as pessoas vão dizer? Um divórcio, um filho bastardo... ser

os sentiu vontade de rir. Eles não se importavam com ele,

e Ana Lúcia, para o olhar calculista

"Eu preciso pensar. Vou cuidar das coisa

cido. Mal sabiam elas que a guerra de João Carlos estava apenas começand

tarde, ele lig

um favor. Um

tórico do computador compartilhado, as gavetas de Ana Lúcia. Encontrou o que procurava: recibos de hotéis, fa

afou tudo.

ão do seu quarto, o coração batendo forte. Ele ouviu a porta se abrir. Eram as vo

lar e começou a

liu aquela história?" a

E minha mãe o convenceu. Ele vai assumir o bebê. Nós vamos pegar o dinheiro do

Fria, cruel

a. A raiva que sentia não era mais quente e explosiva, ma

-

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Beijo de Cobra: Fim de Um Amor
Beijo de Cobra: Fim de Um Amor
“O cheiro de terra úmida e clorofila sempre foi o perfume de casa para João Carlos. Até o dia em que a rara orquídea "Beijo de Cobra", símbolo de sua vida e resiliência, desapareceu do Jardim Botânico. Mas o vazio do pedestal não era nada comparado ao que ele sentiria em casa. Foi um pequeno brilho no chão, um brinco de pérola que ele deu à esposa, Ana Lúcia, que congelou seu sangue e sua alma. A visão dela, rios de risadas com outro homem - Rodrigo, o sujeito que ele tanto desprezava - e sua orquídea rara sobre a mesa de centro, como um troféu macabro da traição, tornou-se o mais profundo abismo para João. Sua voz saiu rouca, dolorida: "O que é isso, Ana Lúcia?". Em meio a mentiras vergonhosas e acusações cruéis, a voz de Ana Lúcia, carregada de um cinismo gélido, revelou: "Essa flor dá sorte no amor. Achei que o Rodrigo merecia um pouco de sorte." A humilhação ressoou pela vizinhança. Ele ligou para a mãe dela, Dona Helena, em um ato de desespero: "Sua filha está aqui em casa. Com outro homem. E com a orquídea que ela roubou do meu trabalho para dar de presente pra ele." Ana Lúcia gritou: "Você enlouqueceu?". "Louco fui eu de acreditar em você por todos esses anos!" Arrastado para fora de sua própria casa, a última frase dela cravou-se em sua memória: "Eu preciso de dinheiro. Você sabe que eu não trabalho. Você tem que me dar a minha parte de tudo." Foi então que a bomba explodiu: um acidente de carro de Ana Lúcia revelou que ela estava grávida de oito semanas. E o pai não era ele. A avó gritava que a culpa era dele. João Carlos, então, olhou para tudo e todos ao redor, e tomou a decisão que mudaria tudo: "Eu preciso de ajuda. Estou sendo agredido e acusado falsamente. Eu quero chamar a polícia."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10