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O Pecado do Ciúme Doentio

Capítulo 2 

Palavras: 863    |    Lançado em: 07/07/2025

ão. Aquele inferno. O noticiário me deu o final da história, mas meu cérebro precisava rebobi

ão de Tiago, me deixando trancado. Eu podia ouvir Luísa. Não mais batendo na p

iça, mas tinha uma pequena janela de vidro reforçado. Eu não pensei. Apenas agi. Corri em di

vo. E de

o vidro estilhaçou, rasgando minha pele e músculos. O sangue jorrou, quente e escuro, mas eu não senti. Continuei a socar, quebr

porta. Corri para a sauna. A porta não estava trancada por

seu rosto vermelho e coberto

u amor, fa

pele queimava. Foi quando eu vi. Havia algo em su

lenço de seda, um dos favoritos de Sofia. E quando o tirei, algo cai

filha para silenciar seus gritos. A crueldade do ato era tão monstruosa, tão impensável, que meu cérebro se recusou a aceitá-

ada, mas ligou. Sem sinal. Tentei o Wi-Fi. Desligado. Corri para o telefone fixo

ouvir. A única pessoa que respondeu foi um dos empregados da casa, um homem chamad

ra o senhor não a incomodar. Ela está e

ncia! A Luísa não está bem! A Sofia... ela

dramático. A senhora só está ensinando uma lição à menina. Ela va

, me deixando na escuridã

ei até ele, apertando o botão do quarto principal, onde eu

ocê quer

boca dela," eu disse, a voz quebrada. "Ela p

ado. Então, a risada dela.

ovavelmente mordeu a língua para chamar a

Eu juro! Por favo

oba. Se você quer que eu sequer pense em abrir essa porta, quero que você se ajoelhe e peça desculpas.

mento ao lado dela. O calor da sauna tinha me deixado tonto, e a perda de sangue do meu

os estavam azulados. Ela deu um último suspiro, um som frág

ou completamente. Caí ao lado dela, a escuridão me engolindo enq

-

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O Pecado do Ciúme Doentio
O Pecado do Ciúme Doentio
“A notícia chegou em uma terça-feira luminosa, um e-mail com o título: "Resultado do Vestibular - Aprovada em 1º Lugar". Minha filha, Luísa, a conquistou. Meu peito explodiu de orgulho, a abracei e a girei, seu riso a mais linda melodia. "Eu consegui!" ela gritou, e correu para abraçar a mãe. Mas o sorriso de Sofia congelou, substituído por uma sombra fria. "Primeiro lugar?" ela repetiu, a voz gélida. "Você deve querer se exibir muito agora." Luísa recuou, confusa, ferida. Sofia agarrou seu braço, com uma força que eu não conhecia. "Orgulho excessivo é um pecado. Vou ter que corrigir isso. Agora." Ela arrastou Luísa para o porão, para a câmara fria, o som da tranca ecoando. "SOFIA! ABRE ESSA PORTA! VOCÊ ENLOUQUECEU?" eu berrei, socando o metal. Ela me chutou, me derrubou. Seus olhos brilhavam com fúria. Sofia discou para Tiago, o cunhado. A voz dele, melosa, encheu a sala: "Seu filha rouba todo o brilho. Ela vai esfregar isso na nossa cara para sempre." O ciúme insano de Sofia explodiu. Ela baixou a temperatura da câmara fria. Trancado no porão, ouvi Luísa tossir. Tentei ligar para a polícia, mas Sofia arrancou meu telefone. "O vovô sabe que Luísa precisa de disciplina," ela cuspiu, e depois arrastou nossa filha quase inconsciente para a sauna, ligando o calor no máximo. Perdi a consciência no chão frio, o chiado da sauna em meus ouvidos. Acordei em um hospital. Uma enfermeira ligou a TV. "...Luísa Mendes, encontrada morta em sua casa. Seu pai, Pedro Mendes, em estado crítico. A mãe, Sofia, interrogada pela polícia..." Minha Luísa, morta. Minha alma rasgou. A dor me aniquilou. Como isso pôde acontecer?”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10