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O Pecado do Ciúme Doentio

Capítulo 3 

Palavras: 775    |    Lançado em: 07/07/2025

ndo o pesadelo. A impotência era um veneno, queimando em minhas veias. Como eu p

zinhança, eu instalei um sistema de segurança de ponta. Incluía um botão de pânico, conectado diretamente a uma e

vermelho e convidativo. Apertei-o com toda a força que me restava. Nada aconteceu. Tentei de

a a administr

aplicativo. Talvez eu pudesse reativar o serviço. Disquei o

nça. Era uma voz jovem, familiar e chei

ração

de... onde

mais responsável que você," ela disse, com uma doçura falsa que me revirou o estômago. "Estamos em Campos

estivesse me cont

o era criança... coisas que ela nunca contou pra Luísa." Cada palavra era uma facada. Sofia não estava apenas matando

rro. "A Luísa está morrendo. Você precisa li

dois só sabem fazer cena. Ela está bem. Agora, se me der licença,

ilêncio que se seguiu foi ab

a se acendeu em mim. O número de em

com os dedos rígido

sua ocorrência?" uma

inha filha... ela não respira...

ha mais forças. Desmaiei, o

me trouxe de volta. Batidas. Fortes,

che

rpo imóvel ao meu lado, tentando me agarrar àquela cente

tas, acompanhadas de grito

dos policiais pelo rádio. "A porta tem uma

Ou achava que sabia. Era o

i o interfone novamente e apertei o

zero, oito..." eu mu

ar com Sofia por telefone. "Senhora, estamos na sua porta. Prec

Que absurdo. Isso é mais um dos truques do Pedro. Ele quer estragar m

emergência! Seu mar

me punindo por dar um pouco de amor à minha sobrinha! Não darei a

a foi de

ham acreditado nela. O silêncio voltou, mais pesado e mortal do que antes. A pequena espera

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O Pecado do Ciúme Doentio
O Pecado do Ciúme Doentio
“A notícia chegou em uma terça-feira luminosa, um e-mail com o título: "Resultado do Vestibular - Aprovada em 1º Lugar". Minha filha, Luísa, a conquistou. Meu peito explodiu de orgulho, a abracei e a girei, seu riso a mais linda melodia. "Eu consegui!" ela gritou, e correu para abraçar a mãe. Mas o sorriso de Sofia congelou, substituído por uma sombra fria. "Primeiro lugar?" ela repetiu, a voz gélida. "Você deve querer se exibir muito agora." Luísa recuou, confusa, ferida. Sofia agarrou seu braço, com uma força que eu não conhecia. "Orgulho excessivo é um pecado. Vou ter que corrigir isso. Agora." Ela arrastou Luísa para o porão, para a câmara fria, o som da tranca ecoando. "SOFIA! ABRE ESSA PORTA! VOCÊ ENLOUQUECEU?" eu berrei, socando o metal. Ela me chutou, me derrubou. Seus olhos brilhavam com fúria. Sofia discou para Tiago, o cunhado. A voz dele, melosa, encheu a sala: "Seu filha rouba todo o brilho. Ela vai esfregar isso na nossa cara para sempre." O ciúme insano de Sofia explodiu. Ela baixou a temperatura da câmara fria. Trancado no porão, ouvi Luísa tossir. Tentei ligar para a polícia, mas Sofia arrancou meu telefone. "O vovô sabe que Luísa precisa de disciplina," ela cuspiu, e depois arrastou nossa filha quase inconsciente para a sauna, ligando o calor no máximo. Perdi a consciência no chão frio, o chiado da sauna em meus ouvidos. Acordei em um hospital. Uma enfermeira ligou a TV. "...Luísa Mendes, encontrada morta em sua casa. Seu pai, Pedro Mendes, em estado crítico. A mãe, Sofia, interrogada pela polícia..." Minha Luísa, morta. Minha alma rasgou. A dor me aniquilou. Como isso pôde acontecer?”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10