icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

O Pecado do Ciúme Doentio

Capítulo 4 

Palavras: 633    |    Lançado em: 07/07/2025

ndo metálico e o barulho de madeira se partindo. Eles

desceu a escada do porão. Luzes

Encon

em pulso, parada cardiorrespiratória! E um homem adulto, sangramento grave no braço

os trabalhando freneticamente em Luísa, fazendo

ura," ouvi um dos policiais dizer, sua voz cheia de horror

ar fresco da noite. A ambulância nos esperava, com as luzes piscando.

montado, luzes, câmeras. Uma multidão. E no palco, sorrindo para os

nto de imprensa. Para Paula. Ela estava usando o sucesso de L

inspiração para o sucesso de Luísa. Foi a disciplina e o exemplo de Paula que a levaram à vitória

tros de distância, e minha esposa estava em um palco, roubando sua conqui

rado, saiu da ambulância e

É uma emergência! Um

m dos assessores de imprensa de Sofia gritou. A multidão, sem

, da traseira da ambulância. O dela, do palco iluminado. Eu não disse nada. Apenas olhei para ela. E naquele olhar, eu

ncia. Ela franziu a testa, confusa, e depois negou com a cabeça, como se afast

rir caminho, e a ambulância aceler

rádio. "A identidade da jovem foi confirmada. É Luísa Mendes. A primei

estes a se tornar um

com uma notificação de notícias. Ela olhou, seu s

ofia, no início, rindo, pensando que era uma piada, uma notíc

soas começaram a cochichar, a olhar para ela de forma diferente. A

-

Reclame seu bônus no App

Abrir
O Pecado do Ciúme Doentio
O Pecado do Ciúme Doentio
“A notícia chegou em uma terça-feira luminosa, um e-mail com o título: "Resultado do Vestibular - Aprovada em 1º Lugar". Minha filha, Luísa, a conquistou. Meu peito explodiu de orgulho, a abracei e a girei, seu riso a mais linda melodia. "Eu consegui!" ela gritou, e correu para abraçar a mãe. Mas o sorriso de Sofia congelou, substituído por uma sombra fria. "Primeiro lugar?" ela repetiu, a voz gélida. "Você deve querer se exibir muito agora." Luísa recuou, confusa, ferida. Sofia agarrou seu braço, com uma força que eu não conhecia. "Orgulho excessivo é um pecado. Vou ter que corrigir isso. Agora." Ela arrastou Luísa para o porão, para a câmara fria, o som da tranca ecoando. "SOFIA! ABRE ESSA PORTA! VOCÊ ENLOUQUECEU?" eu berrei, socando o metal. Ela me chutou, me derrubou. Seus olhos brilhavam com fúria. Sofia discou para Tiago, o cunhado. A voz dele, melosa, encheu a sala: "Seu filha rouba todo o brilho. Ela vai esfregar isso na nossa cara para sempre." O ciúme insano de Sofia explodiu. Ela baixou a temperatura da câmara fria. Trancado no porão, ouvi Luísa tossir. Tentei ligar para a polícia, mas Sofia arrancou meu telefone. "O vovô sabe que Luísa precisa de disciplina," ela cuspiu, e depois arrastou nossa filha quase inconsciente para a sauna, ligando o calor no máximo. Perdi a consciência no chão frio, o chiado da sauna em meus ouvidos. Acordei em um hospital. Uma enfermeira ligou a TV. "...Luísa Mendes, encontrada morta em sua casa. Seu pai, Pedro Mendes, em estado crítico. A mãe, Sofia, interrogada pela polícia..." Minha Luísa, morta. Minha alma rasgou. A dor me aniquilou. Como isso pôde acontecer?”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10