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Corpo Trocado, Destino Alterado

Capítulo 1 

Palavras: 713    |    Lançado em: 07/07/2025

m um copo de leite morno na mão, o

e dar energia para a prova. Fiz c

r refletia em seus olhos, e por um segundo, vi um bri

omeçou a bate

medo. D

inha vivido es

do um sono estranho e de ter agradecido a ela, a babá que cuidou d

que aconte

premonição. Não e

ri. E

mais importante do país, a prova para a qual estudei por anos

leite. E quando acordei, nã

hecia, pesado, lento. E do outro lado do quarto, eu me vi. Meu próprio c

ido comigo. Dona Clara e Bruna planejaram tudo. Bruna, preguiçosa e invejosa, que nunca passou um

a a assistir ao meu próprio desastre. Bruna, usando meu ros

para me

fiscais." Meu nome estava em todos os jornais. Minha foto. Minha reputação, construída com ta

cada. Humilhad

a problemática, e a filha deles, a verdadeira Sofia, tinha tido um colapso nervoso inexplicável. Eles se voltaram contra a "Sofia" que viam, mas também contra mim, a "Bruna" que t

. Desacreditada, sozinha, enlouquecendo dentr

o, no meu corpo. E na minha frente, Dona Clara me

vez, o começo d

ítima. Desta vez, eu sabia o que elas queriam. Eu sab

u simplesmente fazer a prova e roubar a minha vaga? Por que o plano dela foi tão destrutivo? Não era só sobre roubar m

isava sobreviver a este dia. E garantir que o inferno

o copo. Meu sorriso era o mais doce que

O mesmo sorriso que me assombrou

ia sorrir por

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Corpo Trocado, Destino Alterado
Corpo Trocado, Destino Alterado
“Dona Clara, a babá que me criou como uma segunda mãe, entrou no meu quarto com o sorriso de sempre e um copo de leite morno, prometendo energia para o vestibular. Mas o brilho em seus olhos denunciava algo mais: ganância. Eu já havia vivido essa cena. Lembrei-me de beber o leite, sentir um sono estranho e acordar presa no corpo de Bruna, a filha dela, enquanto a "minha" Bruna, em meu corpo, destruía meu futuro no vestibular. Fui desqualificada, humilhada publicamente, e meus pais, convencidos por elas, me abandonaram, acreditando na farsa da minha própria loucura. Voltei, desacreditada, sozinha, enlouquecendo dentro de um corpo que não era o meu, até não suportar mais e morrer. Mas, para minha surpresa, acordei de volta no meu quarto, no dia da tragédia, com Dona Clara, novamente, oferecendo o leite envenenado. Desta vez, a raiva fervia mais forte que o medo. Eu não seria a vítima. Eu sabia o que elas queriam, e usaria isso contra elas. Precisava entender por que tanto ódio. Com um sorriso doce e falso, peguei o copo. Desta vez, quem sorriria por último seria eu.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10