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Corpo Trocado, Destino Alterado

Capítulo 2 

Palavras: 1013    |    Lançado em: 07/07/2025

o calor em minhas mãos. O cheiro de mel e

ar forte", disse Dona Clara, seu

eu rosto era uma máscara de tranquilidade. Eu sabia que qualquer hesitação, qualquer sinal de desconfiança, colocaria o plano

se, levando o c

pequeno suspiro de alívio escapando

dar um gole, inclinando o copo

elícia", falei,

treitaram um pouco.

tudo, Sofia. Não

s. Na primeira vez, eu não perceb

a desculpa mais simples que me veio à mente. "Vou deixar

alvou. Miau, meu gato preto de olhos verdes, saiu de dentro dele,

", eu disse, rindo. Era a di

o gato com desdém. E

u queixo. Ele era meu único confidente na vida passada, o único que, mesmo sem entender, pareceu saber que a "Bruna" que vivia na casa dele era, na verdade, sua dona

je, né, bolinha de pelos?

inha mente. Era arriscado. Era cruel com Miau. Mas era a única man

teúdo do copo de leite na pequena samambaia que ficava na minha mesa. A terra escura absorveu

nfusa e fraca. O verdadeiro catalisador da troca era o "amuleto da sorte" que ela me deu na primeira vez

, nesta nova vida, eu a vi escondendo-o em sua bol

a boca, eu tirei o peq

ntou Dona Clara, desconfiada, ten

om os dedos trêmulos, prendi o pequeno colar de quartzo no

r com a pata, mas eu o acalmei, fa

, me levantando e

rou no meu quarto sem bater, c

Não aguento mais e

depois para o copo de leite quase va

te para dar energia." Ela se virou para mim.

osto uma tela em branco. Quando ela não o encontrou, um pânico rápido passou por

está pronta", ela disse, forçando um sorr

e cima a baixo c

e logo para parar de encher o saco

e e de um gatilho emocional. Na primeira vez, foi o toque de Brun

olar estav

, se aproximou. Mas não de mim. Ela olhou par

to!", ela gritou, e deu

de Miau, uma luz fraca e quase imperc

ficaram vidrados. Ela balan

u de lado no chão, com

u confusa. "Bru

. Olhou para as próprias mãos, depois para os pés. Uma confusão genuína

aiu não foi

um m

sustado e inconfu

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Corpo Trocado, Destino Alterado
Corpo Trocado, Destino Alterado
“Dona Clara, a babá que me criou como uma segunda mãe, entrou no meu quarto com o sorriso de sempre e um copo de leite morno, prometendo energia para o vestibular. Mas o brilho em seus olhos denunciava algo mais: ganância. Eu já havia vivido essa cena. Lembrei-me de beber o leite, sentir um sono estranho e acordar presa no corpo de Bruna, a filha dela, enquanto a "minha" Bruna, em meu corpo, destruía meu futuro no vestibular. Fui desqualificada, humilhada publicamente, e meus pais, convencidos por elas, me abandonaram, acreditando na farsa da minha própria loucura. Voltei, desacreditada, sozinha, enlouquecendo dentro de um corpo que não era o meu, até não suportar mais e morrer. Mas, para minha surpresa, acordei de volta no meu quarto, no dia da tragédia, com Dona Clara, novamente, oferecendo o leite envenenado. Desta vez, a raiva fervia mais forte que o medo. Eu não seria a vítima. Eu sabia o que elas queriam, e usaria isso contra elas. Precisava entender por que tanto ódio. Com um sorriso doce e falso, peguei o copo. Desta vez, quem sorriria por último seria eu.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10