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Nova Vida, Novo Amor

Capítulo 1 

Palavras: 752    |    Lançado em: 07/07/2025

elho, brilhando sob a luz fria do LED, estava estacionado no meu lugar. Ao lado do carro, Lucas, o

cruzados e um sorriso que ela descreveria como

ara o nosso garoto prodígio", ela disse, sua v

rgando. "A chefe é a melhor, não é? Ela s

ojetos em uma construtora de médio porte estava agora estacionado na rua. Senti uma pressão no peito, uma humilhação silenciosa que queimava lentamente. Para qualquer um de for

era palpável. Eu esperei ela termin

Helena? Para

que me irritou

de incentivo. Você sabe como o Lucas é

ferença. Você está passando dos limit

cou, me olhando com desdém. "Ciúm

mobiliar nosso primeiro apartamento. Nós prometemos um ao outro que, não importava o quão bem-sucedidos nos tornássemos, nosso relacionamento, nossa parceria, seria sempre a priorid

minha cabeça. A humilhação deu lugar a uma frieza calculista. Se ela não entendia por palavra

da construtora Vértice? O principal cliente deles... quero q

do meu braço direito soou conf

r esse cliente deles significaria um golpe financeiro indi

gou em casa furiosa. Ela jog

rdeu o contrato da Orla! O cliente simplesmente mudou

ação. Eu a olhei, com a expressão

gócios são assim, Helena. Às vez

á sabotando o meu trabalho por causa de um carro

alava sobre "destruir o que construímos juntos", mas foi ela quem estacionou um

o estava pesado, uma dor surda e constante, m

ações têm consequências. O problema não é o carro, é a falta de respeit

vez, ela pareceu perceber que o marido "submisso" que ela achav

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Nova Vida, Novo Amor
Nova Vida, Novo Amor
“Minha garagem, antes um refúgio, virou palco de humilhação quando um Porsche 718 vermelho, extravagante e arrogante, tomou meu lugar. Ao lado dele, Lucas, o estagiário da minha esposa, sorria, acariciando a lataria como um amante, sob o olhar aprovador e "maternal" de Helena. Minha esposa, a renomada arquiteta Helena, zombou de mim abertamente, chamando-me de "patético" por ousar questionar um presente tão "generoso" a um garoto prodígio. Aquele carro era uma afronta, um monumento à sua prepotência e à ruína silenciosa do nosso casamento, do qual ela parecia se orgulhar. Enquanto a traição e o desrespeito de Helena se tornavam evidentes, não só para mim, mas para o mundo, uma frieza calculista tomou conta de mim. Aquele sorriso de Lucas, a risada desdenhosa de Helena, a promessa quebrada de uma parceria que se desfez em pó – a humilhação me transformou. Eu, Caio, o marido supostamente complacente da arquiteta genial, o homem com um emprego "modesto", estava prestes a mostrar que as aparências enganam. Enquanto eles se deleitavam na minha suposta derrota, eu, o verdadeiro cérebro por trás de um império imobiliário oculto, movia minhas peças. O Porsche de Lucas era barato, o relógio era uma piada. Eu faria o jogo deles parecer uma brincadeira de criança. A paciência havia acabado; os avisos sutis haviam terminado. Helena havia escolhido seu lado, e agora, era a minha vez de jogar - não para avisar, mas para obliterar. O próximo movimento seria uma demonstração avassaladora de poder, uma lição inesquecível sobre as consequências de subestimar quem você pensa conhecer. Eu não era o peão, eu era o rei, e o xeque-mate começaria agora.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10