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Nova Vida, Novo Amor

Capítulo 2 

Palavras: 595    |    Lançado em: 07/07/2025

ua raiva da noite anterior substituída por uma vulnerabilidade calculada. Seus olhos estavam

e. Talvez eu tenha exagerado. É que... o Lucas me lembra de mim mesma quando come

dando um jovem promissor. Mas eu via através da fachada. Era uma tentat

respondi, meu tom inflexível. "Você pegou algo que deveria ser nosso, o fruto do nosso tr

lhar, parecend

minha int

era um simples presente. Era um símbolo. E você o usou para mostrar a um garoto que ele

r. Eu me aproximei, a frieza e

ocê continuar com esse comportamento, se me desrespeitar novamente, eu garanto que o

so me deu uma satisfação amarga. Ela finalmente estava entendendo que eu não

trêmula. "Eu vou manter distância do Lucas

ânico. Ela não estava arrependida de suas ações, estava com medo das consequências. A semente da

que eu disse antes d

. Helena estava na cozinha, preparando meu prato favorito, algo que ela não fazi

, tentando soar casual.

ra tarde demais. Eu me sentei à mesa e comi em silêncio. A lasanha estava deliciosa, mas para mim, tinha

la mesma se enforcaria com ela. E eu estaria lá para assistir. A desconfiança era um veneno que, uma vez inoculado, não tinha

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Nova Vida, Novo Amor
Nova Vida, Novo Amor
“Minha garagem, antes um refúgio, virou palco de humilhação quando um Porsche 718 vermelho, extravagante e arrogante, tomou meu lugar. Ao lado dele, Lucas, o estagiário da minha esposa, sorria, acariciando a lataria como um amante, sob o olhar aprovador e "maternal" de Helena. Minha esposa, a renomada arquiteta Helena, zombou de mim abertamente, chamando-me de "patético" por ousar questionar um presente tão "generoso" a um garoto prodígio. Aquele carro era uma afronta, um monumento à sua prepotência e à ruína silenciosa do nosso casamento, do qual ela parecia se orgulhar. Enquanto a traição e o desrespeito de Helena se tornavam evidentes, não só para mim, mas para o mundo, uma frieza calculista tomou conta de mim. Aquele sorriso de Lucas, a risada desdenhosa de Helena, a promessa quebrada de uma parceria que se desfez em pó – a humilhação me transformou. Eu, Caio, o marido supostamente complacente da arquiteta genial, o homem com um emprego "modesto", estava prestes a mostrar que as aparências enganam. Enquanto eles se deleitavam na minha suposta derrota, eu, o verdadeiro cérebro por trás de um império imobiliário oculto, movia minhas peças. O Porsche de Lucas era barato, o relógio era uma piada. Eu faria o jogo deles parecer uma brincadeira de criança. A paciência havia acabado; os avisos sutis haviam terminado. Helena havia escolhido seu lado, e agora, era a minha vez de jogar - não para avisar, mas para obliterar. O próximo movimento seria uma demonstração avassaladora de poder, uma lição inesquecível sobre as consequências de subestimar quem você pensa conhecer. Eu não era o peão, eu era o rei, e o xeque-mate começaria agora.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10