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Nova Vida, Novo Amor

Capítulo 3 

Palavras: 591    |    Lançado em: 07/07/2025

. Ela chegava em casa mais cedo, perguntava sobre o meu dia e evitava mencionar o nome de Lucas a todo cu

ando para a tela da TV. "Ele é só um garoto. Ambicioso, um pouco ingê

ntive meus olhos fixos nas image

é a sua atitude. O problema é você pegar o símbolo do nosso sucesso, o nosso di

errotada pela m

nter distância. Vou tratá-lo co

ssa feita por obrigação, não por convicção.

na", um papel que eu desempenhava com uma paciência cada vez menor. Lá, no meio de clientes e colegas, Lucas se aproximou de mim. Ele us

hado, e levantou o pulso de

Um presente da chefe. Ela di

so patrimônio sendo usado para me humilhar. Olhei para Lucas, depois procurei Helena com os olhos. Ela estava do outro lado

dentro, um gelo se formou ao redor do meu coração. A decepção era imensa. Ela não apenas havia quebrado sua pro

pelo salão, ouvi fra

e desgruda da

é? O marido del

arro para ele. Que tipo

era um escândalo velado na empresa e no meio profissional. Ela estava manchando a própria reputação

. A fase dos avisos sutis havia terminado. Helena havia escolhido seu lado. Agora, era a minha vez de jogar. E eu não jogaria para

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Nova Vida, Novo Amor
Nova Vida, Novo Amor
“Minha garagem, antes um refúgio, virou palco de humilhação quando um Porsche 718 vermelho, extravagante e arrogante, tomou meu lugar. Ao lado dele, Lucas, o estagiário da minha esposa, sorria, acariciando a lataria como um amante, sob o olhar aprovador e "maternal" de Helena. Minha esposa, a renomada arquiteta Helena, zombou de mim abertamente, chamando-me de "patético" por ousar questionar um presente tão "generoso" a um garoto prodígio. Aquele carro era uma afronta, um monumento à sua prepotência e à ruína silenciosa do nosso casamento, do qual ela parecia se orgulhar. Enquanto a traição e o desrespeito de Helena se tornavam evidentes, não só para mim, mas para o mundo, uma frieza calculista tomou conta de mim. Aquele sorriso de Lucas, a risada desdenhosa de Helena, a promessa quebrada de uma parceria que se desfez em pó – a humilhação me transformou. Eu, Caio, o marido supostamente complacente da arquiteta genial, o homem com um emprego "modesto", estava prestes a mostrar que as aparências enganam. Enquanto eles se deleitavam na minha suposta derrota, eu, o verdadeiro cérebro por trás de um império imobiliário oculto, movia minhas peças. O Porsche de Lucas era barato, o relógio era uma piada. Eu faria o jogo deles parecer uma brincadeira de criança. A paciência havia acabado; os avisos sutis haviam terminado. Helena havia escolhido seu lado, e agora, era a minha vez de jogar - não para avisar, mas para obliterar. O próximo movimento seria uma demonstração avassaladora de poder, uma lição inesquecível sobre as consequências de subestimar quem você pensa conhecer. Eu não era o peão, eu era o rei, e o xeque-mate começaria agora.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10