icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Nova Vida, Novo Amor

Capítulo 4 

Palavras: 708    |    Lançado em: 07/07/2025

e senti na noite anterior havia se solidificado em um plano de ação claro e devastador. Chega de pequenos golpes. Era hora de uma demon

nha ouvido: Isabella Rossi, a herdeira do império Rossi de construção

so de um favor extravagan

a você, extravagante é o meu

a riu do outro lado da linha, um som de

lhante, é perfeito. Consid

o show deveria acontecer na hora do almoço, quando a maio

esmente parou. A causa não era um acidente, mas sim a chegada de um comboio de cinco caminhões-cegonha. Cada caminhão carregava um ún

principal do prédio. Cada um tinha um laço de presente gigante no capô. Em seguida, um hom

oz alta o suficiente para que todos ouvissem. "Um pequeno presente de sua parce

etáculo. Helena e Lucas, que estavam voltando do almoço, pararam na calçada, boquiabertos. O Porsche ve

do por uma mistura de choque, inveja e, finalmente, pura humilhação. Ele olhou para o seu Porsche e depois para a fileira de supercarros que valiam dezenas de

se em voz alta: "Sr. Monteiro, a Sra. Rossi espera que aprecie o gesto. Ela d

te estava começando a entender a escala do jogo em que havia se metido. Eu caminhei calmamente at

eve os outros quatro para a minha garagem particula

dizer uma palavra. A mensagem havia sido entregue de forma espetacular. Eu não era o marido complacente que ele e Helena pensavam. Eu era o jogador principal, e eles tinham acabado de descobrir que estava

Reclame seu bônus no App

Abrir
Nova Vida, Novo Amor
Nova Vida, Novo Amor
“Minha garagem, antes um refúgio, virou palco de humilhação quando um Porsche 718 vermelho, extravagante e arrogante, tomou meu lugar. Ao lado dele, Lucas, o estagiário da minha esposa, sorria, acariciando a lataria como um amante, sob o olhar aprovador e "maternal" de Helena. Minha esposa, a renomada arquiteta Helena, zombou de mim abertamente, chamando-me de "patético" por ousar questionar um presente tão "generoso" a um garoto prodígio. Aquele carro era uma afronta, um monumento à sua prepotência e à ruína silenciosa do nosso casamento, do qual ela parecia se orgulhar. Enquanto a traição e o desrespeito de Helena se tornavam evidentes, não só para mim, mas para o mundo, uma frieza calculista tomou conta de mim. Aquele sorriso de Lucas, a risada desdenhosa de Helena, a promessa quebrada de uma parceria que se desfez em pó – a humilhação me transformou. Eu, Caio, o marido supostamente complacente da arquiteta genial, o homem com um emprego "modesto", estava prestes a mostrar que as aparências enganam. Enquanto eles se deleitavam na minha suposta derrota, eu, o verdadeiro cérebro por trás de um império imobiliário oculto, movia minhas peças. O Porsche de Lucas era barato, o relógio era uma piada. Eu faria o jogo deles parecer uma brincadeira de criança. A paciência havia acabado; os avisos sutis haviam terminado. Helena havia escolhido seu lado, e agora, era a minha vez de jogar - não para avisar, mas para obliterar. O próximo movimento seria uma demonstração avassaladora de poder, uma lição inesquecível sobre as consequências de subestimar quem você pensa conhecer. Eu não era o peão, eu era o rei, e o xeque-mate começaria agora.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10