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Um Novo Começo Nosso

Capítulo 1 

Palavras: 811    |    Lançado em: 07/07/2025

ele tanto pregava, e eu, Sofia, ingênua e apaixonada, embarquei na sua canção. Ele dizia que nosso amor era forte dem

sua vida liberal. Ele chegava em casa com cheiros de outros perfumes e sorrisos que não eram

ecoando mais alto que qualquer música. O notebook dele estava sobre a mesa de centro, aberto. Normalm

trando um perfil de rede soc

solteiro. Este tinha um nome diferente, algo como "Família A

Pe

nita, de cabelos escuros, o abraçava com uma familiaridade que me gelou por dentro. E no colo dela, um menino pe

ra reação fo

essa

a cri

Uma prima distante? Uma irmã que ele nunca mencionou? Impo

o Natal, com o menino abrindo presentes ao pé de uma árvore gigantesca. Havia fotos de um aniversário, o menino soprando as velas de um bo

estava marcado em

o e

o. Lucas. O nome dele

erdade que ele tanto exaltava, tudo aquilo era uma farsa. Ele não estava tendo encontro

orbulhar sob a pele

ele

e fazer de idiot

Tinha que haver um mal-entendido. Tinha que haver. Desesperada, peguei

e precisa conv

Nenhuma

tisse o que eu estava vendo. Foi quando vi os comentários em uma foto de Lucas, sorrindo

ida. A mãe

rta, mas demoliu o que

ndo! Vovó te

e

igitais cruéis e inegáveis. Neto. Lucas era filho del

sob meus pés. Eu caí sentada no sofá, o corpo inteiro tr

udo m

minha cabeça, agora soando co

or da minha vida, a

s, amor, nada sério

é baseado na honestida

Manipulad

Eu não era a parceira liberal e moderna. Eu era a outra. A tola que acre

O desespero se transformou em dete

om um baque seco. O som eco

ir. Eu não ia

obrigá-lo a olhar nos meus

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Um Novo Começo Nosso
“Meu namorado, Pedro, me convenceu a embarcar na ideia de um relacionamento aberto, um hino à liberdade que ele tanto pregava. Eu, ingênua e apaixonada, acreditei em cada palavra, enquanto ele colecionava "aventuras" e eu me via engolindo minha insegurança em nome do "progresso". Até o dia em que o silêncio do apartamento dele, na sua ausência, me fez notar seu notebook aberto na mesa de centro, com um perfil de rede social desconhecido. "Família Almeida & Martins". E ali, a foto de Pedro, sorrindo de forma genuína, abraçado a uma mulher linda e com um menino de uns cinco anos, que tinha os mesmos olhos dele. Lucas. O filho dele. A 'família de comercial de margarina'. A negação inicial foi esmagada por fotos de Natais, aniversários, vidas inteiras. Cada imagem, um soco no estômago. Laura. O nome dela marcado em dezenas de fotos. Tão real, tão meu. Era tudo uma farsa. A liberdade era uma desculpa para uma vida dupla, com uma esposa e um filho secretos. Como ele pôde? A raiva, a humilhação, a dor doía mais do que qualquer mentira. As promessas dele ecoavam na minha cabeça, agora um deboche cruel: "Você é o amor da minha vida", "Meu coração é seu", "Nosso relacionamento é baseado na honestidade total". Ele me fez de idiota, de "a outra" em um conto de fadas progressista. Mas a dor se transformou em fúria fria. Peguei meu celular e liguei para ele. Nenhuma resposta. Fechei o notebook com um baque seco. Eu não ia chorar. Eu não ia fugir. Eu ia esperar por ele e obrigá-lo a me encarar e dizer a verdade. Eu precisava saber o porquê.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10