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Um Novo Começo Nosso

Capítulo 2 

Palavras: 855    |    Lançado em: 07/07/2025

andava de um lado para o outro na sala, o celular na mão como uma arma inútil. Liguei para Pedro uma, duas, dez vezes. Caixa postal. A c

chave na porta. Meu coração disparou. Parei n

em teve um dia longo e cansativo. Ele jogou as

r. Tô morto", ele di

sado no rosto, e se inclinou para me beijar.

são nublando seu r

ue eu mantive por

ei, a voz saindo mais tr

erfeita de inocência. "Laura? Que La

o", cuspi as palavras. "Eu vi. Eu

um pânico mal disfarçado, que ele rapidament

r? Que porra é essa, Sofia?

o. "Você ousa falar de confiança? Você t

genuinamente desesperado. Por um segundo,

Pelo amor de Deus, senta aqui, me deixa explic

e chama um menino de 'neto' por engano? Que as fo

tal não ia funcionar. En

mpletamente maluca e obcecada. Ela não aceita que a gente terminou. Ela pega fotos antigas, fotos minhas co

s olhos que um dia me fizeram

O Lucas é meu sobrinh

do há anos, me desarmou. A história era absurda, mas

. Das flores que ele me mandava sem motivo algum. Das noites em que ficamos acordados até o amanhecer, ele me contando s

eria tanto, tanto acreditar nele. A verdade era um abismo escuro, e a ment

oz era um sussurro. "Ela parec

gar, como se estivesse se aproximando de um animal assustado. Ele segurou meu rosto e

rei nada além do reflexo do meu próprio desespero. Eu assenti, devagar, permitindo que

contra o peito dele. "Desculp

muito que você teve que ver isso", ele

comentário da mãe dele. A felicidade genuína nos olhos dele naquelas fotos. A ment

raço dele, forçando

de um banho.

ou, parecen

ou forma. Eu fingiria acreditar nele. Por enquanto. Mas eu não ia deixar aqu

a. E ia ouvir a vers

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Um Novo Começo Nosso
“Meu namorado, Pedro, me convenceu a embarcar na ideia de um relacionamento aberto, um hino à liberdade que ele tanto pregava. Eu, ingênua e apaixonada, acreditei em cada palavra, enquanto ele colecionava "aventuras" e eu me via engolindo minha insegurança em nome do "progresso". Até o dia em que o silêncio do apartamento dele, na sua ausência, me fez notar seu notebook aberto na mesa de centro, com um perfil de rede social desconhecido. "Família Almeida & Martins". E ali, a foto de Pedro, sorrindo de forma genuína, abraçado a uma mulher linda e com um menino de uns cinco anos, que tinha os mesmos olhos dele. Lucas. O filho dele. A 'família de comercial de margarina'. A negação inicial foi esmagada por fotos de Natais, aniversários, vidas inteiras. Cada imagem, um soco no estômago. Laura. O nome dela marcado em dezenas de fotos. Tão real, tão meu. Era tudo uma farsa. A liberdade era uma desculpa para uma vida dupla, com uma esposa e um filho secretos. Como ele pôde? A raiva, a humilhação, a dor doía mais do que qualquer mentira. As promessas dele ecoavam na minha cabeça, agora um deboche cruel: "Você é o amor da minha vida", "Meu coração é seu", "Nosso relacionamento é baseado na honestidade total". Ele me fez de idiota, de "a outra" em um conto de fadas progressista. Mas a dor se transformou em fúria fria. Peguei meu celular e liguei para ele. Nenhuma resposta. Fechei o notebook com um baque seco. Eu não ia chorar. Eu não ia fugir. Eu ia esperar por ele e obrigá-lo a me encarar e dizer a verdade. Eu precisava saber o porquê.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10