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Um Novo Começo Nosso

Capítulo 3 

Palavras: 792    |    Lançado em: 07/07/2025

me trouxe café na cama e falou sobre planos para o nosso fim de semana. Eu represent

calização. Era um parque público, não muito longe do apartamento de Pedro. Uma legenda dizia: "Tarde de s

de aplicativo e dei o endereço do parque. Cada minuto no trânsito aumentava minha ansiedade. E

de risadas e gritos infantis enchia o ar. Por um momento, me sen

, eu

inda mais bonita pessoalmente. Usava um vestido de verão simples, mas elegante. E

ndo e caminhei na direção dela. Minh

nha voz soando surpr

assim que ela me viu. Ela me olhou de cima a baixo, uma exp

a disse, a voz

u preciso falar com

contraiu em uma

ra falar com você", e

a ex obcecada, que tudo isso..." Eu gesticulei vagamente, in

sada, um som agudo

e eu, e sua presença era intimidadora. "Você é inacreditável. Você, a vaga

vo" me atingiu

repeti,

s mães por perto. "Nós vamos nos casar. E você, sua coisinha insignificante, é só u

amargo na minha boca. Ma

e ama. Que você é a

sse reagir, ela deu um passo à frente e me empurrou co

gritou. "Fica long

a humilhação pública. As outras mães agora n

a mão esquerda, exibindo um anel de noivado c

emos um filho! E essa mulher", ela apontou para mim, o dedo acusador tremendo de rai

mação. Um anel. Um noivado. Sete anos. Um filho. A mentira de Pedr

ntei argumentar, t

verdade! Ele

ela gritou, avan

da procurando por uma falha, uma prova de que aquilo era

lou, o rosto a centímetros do meu. "Pedro é m

ndo-me ali, parada no meio do parque, sob dezenas de olhares julgadores. Eu era a vil

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Um Novo Começo Nosso
Um Novo Começo Nosso
“Meu namorado, Pedro, me convenceu a embarcar na ideia de um relacionamento aberto, um hino à liberdade que ele tanto pregava. Eu, ingênua e apaixonada, acreditei em cada palavra, enquanto ele colecionava "aventuras" e eu me via engolindo minha insegurança em nome do "progresso". Até o dia em que o silêncio do apartamento dele, na sua ausência, me fez notar seu notebook aberto na mesa de centro, com um perfil de rede social desconhecido. "Família Almeida & Martins". E ali, a foto de Pedro, sorrindo de forma genuína, abraçado a uma mulher linda e com um menino de uns cinco anos, que tinha os mesmos olhos dele. Lucas. O filho dele. A 'família de comercial de margarina'. A negação inicial foi esmagada por fotos de Natais, aniversários, vidas inteiras. Cada imagem, um soco no estômago. Laura. O nome dela marcado em dezenas de fotos. Tão real, tão meu. Era tudo uma farsa. A liberdade era uma desculpa para uma vida dupla, com uma esposa e um filho secretos. Como ele pôde? A raiva, a humilhação, a dor doía mais do que qualquer mentira. As promessas dele ecoavam na minha cabeça, agora um deboche cruel: "Você é o amor da minha vida", "Meu coração é seu", "Nosso relacionamento é baseado na honestidade total". Ele me fez de idiota, de "a outra" em um conto de fadas progressista. Mas a dor se transformou em fúria fria. Peguei meu celular e liguei para ele. Nenhuma resposta. Fechei o notebook com um baque seco. Eu não ia chorar. Eu não ia fugir. Eu ia esperar por ele e obrigá-lo a me encarar e dizer a verdade. Eu precisava saber o porquê.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10