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Um Novo Começo Nosso

Capítulo 4 

Palavras: 821    |    Lançado em: 07/07/2025

a como um zumbido de abel

, vir atrás da es

oça, com o fi

hoje em dia não tê

o queimar de vergonha. Eu queria gritar que eles estavam errados, que eu também fui en

olhava para mim com os grandes olhos de Pedro, agora cheios de confusão e medo. Ver o rosto daquele menino, a imagem cuspida do homem que eu

mas as palavras não saíam. O que eu poderia dizer?

minha direção. Por um segundo, pensei que ele vinha falar comigo, tal

rna com um chute sur

, ele gritou, a voz infantil cheia d

eguido pela dor aguda na minha canela. Eu olhei para baixo, in

repreendê-lo, s

mamãe! Mostra pra essa bruxa que

filho dele. E o incentivou a me atacar. O n

sempre tive uma relação cordial. Ela estava passando pelo parque e viu a confusão. Um alívi

hamei, a vo

ntorcido em preocupação. "Sofi

esse responder,

ou! Essa mulher está me assedia

sa. Mas seu olhar suavizou ao ver Lu

!", ele ch

nsformando. A confusão deu lugar a uma

perguntou, a voz cortante. "Assediando a Lau

lia dele. Eles todos sabiam. E

u sou a namorada dele! Ele me enganou!", eu disse

erida, você é o brinquedinho dele. Acha mesmo qu

ura, mais do que os olhares da multidão. Era a confi

"Eu vou ligar pro Pedro! Agora!

duas, três vezes. Caixa postal. De novo. Ele estava

Eu não sabia o que fazer, para onde ir

a vez. "Você sabe que eu e o Pedro estamos

m desprezo que eu nu

la disse, apertando Lucas em seus braços. "Agora,

sariam de assédio, de perturbar a paz. Eu não tinha como prov

arque, para longe dos olhares, para longe da vida que eu achava que tinha. As lágrimas agora corriam livr

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Um Novo Começo Nosso
“Meu namorado, Pedro, me convenceu a embarcar na ideia de um relacionamento aberto, um hino à liberdade que ele tanto pregava. Eu, ingênua e apaixonada, acreditei em cada palavra, enquanto ele colecionava "aventuras" e eu me via engolindo minha insegurança em nome do "progresso". Até o dia em que o silêncio do apartamento dele, na sua ausência, me fez notar seu notebook aberto na mesa de centro, com um perfil de rede social desconhecido. "Família Almeida & Martins". E ali, a foto de Pedro, sorrindo de forma genuína, abraçado a uma mulher linda e com um menino de uns cinco anos, que tinha os mesmos olhos dele. Lucas. O filho dele. A 'família de comercial de margarina'. A negação inicial foi esmagada por fotos de Natais, aniversários, vidas inteiras. Cada imagem, um soco no estômago. Laura. O nome dela marcado em dezenas de fotos. Tão real, tão meu. Era tudo uma farsa. A liberdade era uma desculpa para uma vida dupla, com uma esposa e um filho secretos. Como ele pôde? A raiva, a humilhação, a dor doía mais do que qualquer mentira. As promessas dele ecoavam na minha cabeça, agora um deboche cruel: "Você é o amor da minha vida", "Meu coração é seu", "Nosso relacionamento é baseado na honestidade total". Ele me fez de idiota, de "a outra" em um conto de fadas progressista. Mas a dor se transformou em fúria fria. Peguei meu celular e liguei para ele. Nenhuma resposta. Fechei o notebook com um baque seco. Eu não ia chorar. Eu não ia fugir. Eu ia esperar por ele e obrigá-lo a me encarar e dizer a verdade. Eu precisava saber o porquê.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10