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Sofia: A Música da Vida

Capítulo 3 

Palavras: 975    |    Lançado em: 07/07/2025

coisa que vi foi Sofia, encolhida no canto do quarto, tremendo. Os o

of

or no meu corpo. Ela se jogo

m que se a gente não sumir,

ar minha filha era algo que eu jamais perdoaria. Meu desespero s

podia chegar ao Maestro Antunes, talvez eu pudesse chegar a alguém próximo a ele. Eu me lembrava do meu pai falando da espos

e eu tinha, comprei pão e leite para nós. Eu precisava parecer o mais apresentável possível. Lavei o sangue

biblioteca pública. Era uma mansão num bairro nobre, cer

egurança nos olhou com a mesma

e des

lara Antunes. Diga a ela que sou

s minutos, que pareceram uma eternidad

. Mas a sobrinha dela, a senho

todo lugar. Ela já tinha se

luxuosa. E lá estava ela, Joana, sentada numa poltrona de vime, tom

surpresa. "Você é realmente insistente, Mar

o dela m

Clara? Eu precis

sitas. Eu, como sobrinha e cuidadora, tomo conta de tud

ando? Era mais uma

ntou, a raiva def

do. Disse que você sumiu com a filha dele! Ele está te procurando p

me deixou sem palavras. Ele e

entou. Com a inocência de uma criança que n

gente ia para o Conservatório! Ele mesmo d

áscara de fúria. A promessa de Ricardo para Sofia era uma traição aos pla

Sofia. Sua mão se moveu rápido.

, sua pirral

elho. Ela olhou para Joana, chocada,

ue eu não sabia que tinha explodiu dentro de mim. Eu voei para cima de Joan

A NA MIN

rou por trás, me imobilizando. Joana, recuperada do choque inicial, come

pode me desafiar?" – el

era aguda. Eu tentei me levantar, mas meu corpo não obedecia. Sofia chorava

eçaram a aparecer nos muros, olhando com

cendo aqui?" – per

abelo e a roupa, ass

sobrinho, invadiu a casa, nos agrediu!

dela. A mulher rica e elegante contra a costureira

bolso um pequeno broche de ouro em forma de clave de sol. Era a únic

ara a minha mãe. Dona Clara o reconheceria. Ela sa

ra meu último fio de esperança. Um símb

tão, um carro de luxo parou em frente à mans

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Sofia: A Música da Vida
Sofia: A Música da Vida
“O cheiro de desinfetante e a fraqueza do meu corpo eram o prelúdio. Do lado de fora do quarto, ouvi a voz cruel da minha cunhada Joana e do meu sogro, declarando minha morte iminente e zombando de mim. "Finalmente essa mulher vai morrer", disseram, cuspindo veneno. Minha respiração parou quando mencionaram Sofia, minha filha. Joana riu, descrevendo como orquestraram a queda de Sofia, roubando sua vaga no Conservatório para sua própria filha, Laura. O choque gelou meu sangue: Sofia, minha doce e talentosa filha, humilhada ao ponto do suicídio. A dor não era da doença, mas de uma traição tão profunda que rasgou minha alma. As vozes continuaram, descrevendo os detalhes sórdidos do plano deles. Meu coração, já exaurido, se partia ao ouvir cada palavra. A injustiça era esmagadora, a raiva fervia e o desespero me consumia. Eu, que lutei por ela até meus dedos sangrarem, via tudo desmoronar. Minha última respiração foi um grito silencioso de ódio, uma promessa fria de vingança. De repente, abri os olhos para um apartamento familiar, com o cheiro de café e tecido barato. Estava viva, de volta, com uma segunda chance. Sofia, com seu violino e sorriso vibrante, me chamou: "Mamãe, você está bem?" Mal sabia ela que eu estava de volta para reescrever nosso destino.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10