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Sofia: A Música da Vida

Capítulo 4 

Palavras: 727    |    Lançado em: 07/07/2025

. Ao seu lado, uma mulher jovem e bela, vestida com roupas de grife, saiu do carro também. Era Laura. Mas não a Laura filha de Joana, a ca

angrando, Sofia chorando nos braros de um segurança, sua tia e seu avô

fazendo aqui? Eu não te disse

de nojo e diversão. Seus olhos caíram sobre o broche

ida? Uma joia de fa

ou por um segundo e depois, com um sorriso cruel, o jogou no chão e pisou com

jeitada. Parec

socos. Era o último elo físico com meus pais, c

hos que ainda observavam, sua voz

do, mas ela não aceita o fim do relacionamento. Ela vive nos perseguindo, pedindo dinheiro, usando a fil

ali estavam dispostos a aceitar. Eu era a louca, a ex-mulher histérica.

ceu a mão para levantar. Ele me olhou de c

dignidade. Te ofereci um dinheiro para você e a Sofia sumirem, recome

ulpava.

tocou uma peça complexa de Bach no violino pela primeira vez, sem erros. Eu, cheia d

e estou ocupado?" – ele diss

iosa para mostrar seu talento ao pai, tocou

inheiro, dá? Agora, será qu

de um mundo – o mundo do meu pai, da música clássica – do qual ele se sentia excluído e que despreza

correu para pegar os pedaços do broche quebrado no chão. Ela segur

ção partido em sua voz. "Por que você est

ro atrás dos pais, se aproximou de Sofia. Com um sorriso zombe

seu lixo

, vinda de todos os lados, acendeu o último pavio da minha sanidade. Eu não er

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Sofia: A Música da Vida
Sofia: A Música da Vida
“O cheiro de desinfetante e a fraqueza do meu corpo eram o prelúdio. Do lado de fora do quarto, ouvi a voz cruel da minha cunhada Joana e do meu sogro, declarando minha morte iminente e zombando de mim. "Finalmente essa mulher vai morrer", disseram, cuspindo veneno. Minha respiração parou quando mencionaram Sofia, minha filha. Joana riu, descrevendo como orquestraram a queda de Sofia, roubando sua vaga no Conservatório para sua própria filha, Laura. O choque gelou meu sangue: Sofia, minha doce e talentosa filha, humilhada ao ponto do suicídio. A dor não era da doença, mas de uma traição tão profunda que rasgou minha alma. As vozes continuaram, descrevendo os detalhes sórdidos do plano deles. Meu coração, já exaurido, se partia ao ouvir cada palavra. A injustiça era esmagadora, a raiva fervia e o desespero me consumia. Eu, que lutei por ela até meus dedos sangrarem, via tudo desmoronar. Minha última respiração foi um grito silencioso de ódio, uma promessa fria de vingança. De repente, abri os olhos para um apartamento familiar, com o cheiro de café e tecido barato. Estava viva, de volta, com uma segunda chance. Sofia, com seu violino e sorriso vibrante, me chamou: "Mamãe, você está bem?" Mal sabia ela que eu estava de volta para reescrever nosso destino.”
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