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De Vítima a Vingadora

Capítulo 3 

Palavras: 699    |    Lançado em: 07/07/2025

mido, recuperando minhas forças físicas e

er mais velha, uma enfermeira ou talvez uma faxineira,

bandeja e saía, mas em seus olhos

bandeja vazia, nossos olhos se e

ntou para o fundo da

xado um pequeno pedaço de pão e um

ue fo

dade em meio a tanta crueldade, foi como

e esp

a completame

te, Pedro v

rrogância de sempre, mas tentou di

está se sentindo?" , ele di

i para lo

me t

rovida de qualquer emoçã

piro teatral, como s

você tem todo o direito, mas eu fi

ele era ina

e quer me transformar em uma prostituta para susten

ria ver até onde

seus olhos se enchendo

Sofia, não existe outro filho, ela está com ciúmes do nosso a

da minha cama, sua atuaç

os, tudo voltará ao normal, nós nos casaremos, teremos o

força, beijando-a co

edite em mim, eu te amo ma

a Sofia, a garota ingênua que o am

sadelo horrível, que o homem qu

u olhei em

o vi

emorso, apenas um vaz

mentindo para m

a que eu era estúpida o suficiente p

, mas como um objeto, uma ferr

no meu coração se apagou,

le estava morto e enterra

ha mão da de

ceu impassível, u

, minha voz calma e uniforme,

edito em

o e triunfo se espa

ele pensou que tinha m

u amor" , ele disse, levantando-se

ara me beijar, ma

ada, preciso

um momento, mas

precisa estar no seu mel

ssobiando baixinho, f

se fechou, eu deix

em minhas veia

paga

ois pa

aço de pão que a mu

apenas

ma pr

quele lugar e construiria uma no

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De Vítima a Vingadora
De Vítima a Vingadora
“"Você vai dançar na boate, Sofia." A voz de Pedro, meu noivo e famoso jogador de futebol, parecia uma facada. Era uma ordem. Eu segurava a bandeja com os analgésicos para ele, grávida do nosso filho. Ele me disse para trabalhar na boate Blue Velvet, a partir de amanhã. Minha barriga ainda não aparecia, "perfeito para conseguir o dinheiro da dívida de jogo dele" , segundo ele. Eu, ingênua, acreditei na dívida, no desespero nos seus olhos, nos nossos dez anos de amor e sonhos de casamento. Mas então, o celular dele tocou e Juliana, minha meia-irmã, ativou a caixa postal. "Pedro, querido, como foi? A idiota da Sofia concordou? Mal posso esperar para ver a cara dela quando descobrir que o dinheiro que ela ganhar vai ser para sustentar nosso filho, e não para pagar dívida nenhuma." O celular caiu no chão. O mundo parou. A voz de Juliana ecoava na minha cabeça: "Pedro e Juliana. Nosso filho. O dinheiro." Tudo era uma farsa cruel. A máscara de desespero de Pedro caiu, revelando o manipulador por baixo. Meus joelhos cederam, uma dor aguda e lancinante atravessou meu abdômen. "O bebê..." . Pedro não se importou, seu olhar frio e calculista. Ele chamou Juliana para me levar a um "médico que resolveria o problema" . Eles me arrastaram para fora do nosso apartamento, o lugar que eu decorei esperando que se tornasse nosso lar. Para uma clínica clandestina, suja, para me forçar a abortar nosso filho. A dor física era excruciante, mas a do meu coração era insuportável. Eu amei esse homem por uma década. Quando puseram a seringa em minhas mãos, Juliana sorriu, prometendo mais dor e sofrimento. Eles achavam que estavam tirando meu filho, destruindo minha alma. Mas, naquele inferno, jurei que sobreviveria. E eu me vingaria. A felicidade deles não duraria para sempre. Sofia, a vítima, morreria ali. Uma nova mulher nasceria.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10