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De Vítima a Vingadora

Capítulo 4 

Palavras: 712    |    Lançado em: 07/07/2025

inte chegou

um vestido vermelho, curto e ju

cama. "Pedro está esperando no carro, ele vai t

ecido barato e vulgar arranhar minh

filho com Pedro, um

e era inteligente, c

acada, mas eu mantive

rte" , ela disse com um sorriso cruel. "Mas não se preocupe, o

amoroso, colocando a mão na minha

os, olhando pela janela, me

maginava: escura, barulhenta, cheia de fumaç

tre a multidão até um

gordo e suado, com olho

de cima a baixo como se eu fosse um pedaço de carne.

ndo um tapinha n

la, Ricardo, e

o, piscando para mim. "Nós v

com outras garotas, todas com

era apenas mais uma na li

es piscantes, música alta e

sentindo centenas de

da para os "qua

um novo horror, u

suja, meu ódio se fortalecia, m

o era o

eu trei

do mais sombrio do mundo, o mun

se conheciment

eu me tornei a garota ma

ndo queria gritar, a se

o o papel que eles me deram, enquant

, a quem eu descobri se chamar Dona R

mo faxineira na b

m no camarim, outras vezes, um jornal para que

s jornais que e

ilionário recluso, es

os negócios, mas também por sua riva

o corrupto, tinha arruinado

ou a se formar

riscada, mas que poder

eu pudesse contar a ele o que Pedro e sua fa

dade, mas p

meu inimigo

regulares, um homem de negócios de baixo escal

eu charme, toda

me impressionar, me co

rande festa de caridade em s

o, quase impossível de

as

que tinha

um convite par

ente quem poderia

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De Vítima a Vingadora
De Vítima a Vingadora
“"Você vai dançar na boate, Sofia." A voz de Pedro, meu noivo e famoso jogador de futebol, parecia uma facada. Era uma ordem. Eu segurava a bandeja com os analgésicos para ele, grávida do nosso filho. Ele me disse para trabalhar na boate Blue Velvet, a partir de amanhã. Minha barriga ainda não aparecia, "perfeito para conseguir o dinheiro da dívida de jogo dele" , segundo ele. Eu, ingênua, acreditei na dívida, no desespero nos seus olhos, nos nossos dez anos de amor e sonhos de casamento. Mas então, o celular dele tocou e Juliana, minha meia-irmã, ativou a caixa postal. "Pedro, querido, como foi? A idiota da Sofia concordou? Mal posso esperar para ver a cara dela quando descobrir que o dinheiro que ela ganhar vai ser para sustentar nosso filho, e não para pagar dívida nenhuma." O celular caiu no chão. O mundo parou. A voz de Juliana ecoava na minha cabeça: "Pedro e Juliana. Nosso filho. O dinheiro." Tudo era uma farsa cruel. A máscara de desespero de Pedro caiu, revelando o manipulador por baixo. Meus joelhos cederam, uma dor aguda e lancinante atravessou meu abdômen. "O bebê..." . Pedro não se importou, seu olhar frio e calculista. Ele chamou Juliana para me levar a um "médico que resolveria o problema" . Eles me arrastaram para fora do nosso apartamento, o lugar que eu decorei esperando que se tornasse nosso lar. Para uma clínica clandestina, suja, para me forçar a abortar nosso filho. A dor física era excruciante, mas a do meu coração era insuportável. Eu amei esse homem por uma década. Quando puseram a seringa em minhas mãos, Juliana sorriu, prometendo mais dor e sofrimento. Eles achavam que estavam tirando meu filho, destruindo minha alma. Mas, naquele inferno, jurei que sobreviveria. E eu me vingaria. A felicidade deles não duraria para sempre. Sofia, a vítima, morreria ali. Uma nova mulher nasceria.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10