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Viúva do Herói, Justiça no Coração

Capítulo 2 

Palavras: 694    |    Lançado em: 07/07/2025

cola. Eu precisava falar com o Diretor Silva, cara a cara. O grupo de WhatsA

uma pilha de papéis sobre a mesa

r, entre", ele disse, ges

i, minhas m

sa da história de ontem.

um suspiro l

isse, e a menção indireta a Marcos me fez endurecer. "Mas, como eu disse no grupo, nós investigamos. Não há nin

minha voz um pouco mais alta do que eu pretendia. "Ela o d

hou com uma mistura d

passou por um trauma terrível. É natural que ela crie um amigo imagi

ue diz para as crianças p

o a história e a incorporado em sua fantasia. Sinto muito, mas

tratando como uma mãe histérica e superprotetora. Talvez ele esti

mou em medo novamente. Encontrei Clara no quinta

do, meu amor?", perguntei

u, um sorri

á bem aqui." Ela apontou par

te dela, segurando seu

e é real e o que é imaginação, não sabe?

estava comigo na escola hoje, na hora do

come, come? Se e

biscoito do prato do Lucas

ava inventando na hora. Para ela, aquilo era a mais pura verdade. Cada detalhe que ela da

de WhatsApp dos pais. A conversa tinha mudado de tom. A pre

Sombra' também. Quem está inventando essa histó

ternet. Precisamos controlar o que

ídeo. O Léo nunca viu nada assim. Ele diss

ença. Eu lia as mensagens, sentindo um nó no estômago. Eu não estava sozinha na minha angústia, mas isso não era um consolo. Pelo contrário, significava que o perigo, real ou imaginário, era maior do

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Viúva do Herói, Justiça no Coração
Viúva do Herói, Justiça no Coração
“A morte de Marcos, meu marido policial, deixou um buraco negro no meu mundo. Eu me vi sozinha com nossa pequena Clara, tentando preencher seus dias com cores. Mas a fantasia dela se tornou perigosa. Primeiro, foi Léo, um menino da escola, que tentou pular de um muro. Ele disse que o "Amigo Sombra" mandou. Depois, Clara sussurrou para mim: "Mamãe, hoje brinquei com meu amigo novo: Amigo Sombra." Um arrepio gelou minha espinha. Ela o descrevia como uma figura alta e sem rosto, com olhos que brilhavam no escuro. A diretoria da escola descartou como imaginação infantil. Mas os incidentes se multiplicaram. Outras crianças começaram a mencionar esse "Amigo Sombra". Ele as convencia a fazer coisas perigosas. O pavor virou realidade quando encontrei Clara no telhado. Ela estava com os braços abertos, pronta para pular. "O Amigo Sombra disse que se eu pular, o papai vai me pegar no céu." Eu a salvei a tempo, mas o choque foi indescritível. A descrença dos outros pais me isolava, me tratando como uma mãe histérica. Até que Sofia, uma colega de Clara, morreu em um "acidente". Meu coração de mãe sabia que não era acidente, era obra do "Amigo Sombra". A polícia tratou como fatalidade, mas encontrou um estranho boneco. Aquele nó... Marcos tinha me ensinado aquele nó. Um nó de fuzileiro, usado por militares. Percebi que não era um fantasma, nem imaginação. Era alguém real, ligado ao passado do meu marido. A facção que o matou estava usando nossas crianças. Eles caçavam nossa família. Não era mais sobre um amigo imaginário, era sobre vingança. Agarrei o pequeno objeto de madeira, a raiva me consumindo. Eu descobrirei quem está por trás disso.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10