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Viúva do Herói, Justiça no Coração

Capítulo 4 

Palavras: 711    |    Lançado em: 07/07/2025

ou por medo ou por descrença, preferiram se manter distantes. O Diretor Silva parecia frustrado, m

minha vista. Mantinha as janelas trancadas e qualquer objeto

uma mensagem privada de

o te ligar

espondi im

lefone era baixa

Clara não pode mais ouvir o Amigo Sombra'. Eu perguntei por quê. Ele diss

mago se

uma coisa, Beatriz? Co

bra dele é baixinho e gordinho, e que tem uma voz engraçada,

por um momento, proc

é a mesma 'entidade', por que ela se p

ma brincadeira de mau gosto. Alguma criança mais velha deve ter inventado

ra mais palatável do que acreditar em fantasm

ente faz?"

am na escola?", ela raciocinou. "Tem aquele desenho novo que a professora coloca

ta. Uma pis

o desenho fosse retirado da programação das crianças. Desta vez, ele pareceu mais receptivo.

o na escola. Vamos substituí-lo por algo mais educativo.

e só isso. Uma influência negativa da mí

a Clara que o Super Gato nã

e", ela disse,

ais aparecer, né?", pergu

u, a cabeça

e disse que o desenho era bob

se desfez

disforme. Uma figura alta e esguia, com dois pontos vermelhos brilhantes no lugar dos olhos. Ao lado, uma figura menor, de vestido rosa, segurava sua m

la já estava dormindo. Coloquei o desenho na minha bolsa, decidida a mostrar

abri minha bolsa pa

o esta

omeçou a se distorcer ao meu redor, e a linha entre o que era real e o que era loucura ficou perigosamente fina. O Amigo Sombra não

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Viúva do Herói, Justiça no Coração
Viúva do Herói, Justiça no Coração
“A morte de Marcos, meu marido policial, deixou um buraco negro no meu mundo. Eu me vi sozinha com nossa pequena Clara, tentando preencher seus dias com cores. Mas a fantasia dela se tornou perigosa. Primeiro, foi Léo, um menino da escola, que tentou pular de um muro. Ele disse que o "Amigo Sombra" mandou. Depois, Clara sussurrou para mim: "Mamãe, hoje brinquei com meu amigo novo: Amigo Sombra." Um arrepio gelou minha espinha. Ela o descrevia como uma figura alta e sem rosto, com olhos que brilhavam no escuro. A diretoria da escola descartou como imaginação infantil. Mas os incidentes se multiplicaram. Outras crianças começaram a mencionar esse "Amigo Sombra". Ele as convencia a fazer coisas perigosas. O pavor virou realidade quando encontrei Clara no telhado. Ela estava com os braços abertos, pronta para pular. "O Amigo Sombra disse que se eu pular, o papai vai me pegar no céu." Eu a salvei a tempo, mas o choque foi indescritível. A descrença dos outros pais me isolava, me tratando como uma mãe histérica. Até que Sofia, uma colega de Clara, morreu em um "acidente". Meu coração de mãe sabia que não era acidente, era obra do "Amigo Sombra". A polícia tratou como fatalidade, mas encontrou um estranho boneco. Aquele nó... Marcos tinha me ensinado aquele nó. Um nó de fuzileiro, usado por militares. Percebi que não era um fantasma, nem imaginação. Era alguém real, ligado ao passado do meu marido. A facção que o matou estava usando nossas crianças. Eles caçavam nossa família. Não era mais sobre um amigo imaginário, era sobre vingança. Agarrei o pequeno objeto de madeira, a raiva me consumindo. Eu descobrirei quem está por trás disso.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10