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Herdeira Desprezada, Vingança Conquistada

Capítulo 4 

Palavras: 852    |    Lançado em: 07/07/2025

e temendo as consequências, aproximou-se de

está sangrando!", ela disse, este

om nojo. "Não

arregada de repulsa. Ana Lú

obre como Sofia era a culpada. Ninguém, exceto Ana Lúcia em sua encenação, ofereceu

rdomo, um homem de cabelos grisalhos que servia a família de Sofia desde

e respeitosa, seus olhos mostrando uma p

u suavemente contra o ferimento na cabeça dela para est

daqui", el

redor. Ela se apoiou pesadamente nele, ignorando os olhares e os sussurros dos convidados. Enquant

pensa que vai? N

erviço, longe dos olhos curiosos, até seu quarto. Ele a ajudo

um médico deveria examiná-lo", diss

fonso", suss

portanto, sou leal a você", respondeu ele si

ra a alma ferida de Sofia. Ela n

o. A adrenalina passou, deixando para trás uma dor profunda e uma exaustão avassaladora. Ela olhou para o seu reflex

já haviam secado, substituíd

a, um modelo simples que sua mãe lhe dera para emergências. El

ou um número que sabia de cor.

al era que Dona Clara estava em uma clínica exclusiva na Suíça, sem acesso a telefone

lher doente. Era forte, clara e cheia

rrou Sofia, a

está me ligando neste número?" A preocupaç

sação de Ana Lúcia, a traição de José e Pedro, o celular quebrado, o empu

ara ouviu em silêncio. Quando S

baixa, mas vibrava com uma fúria contida que Sofia conh

ia o que fazer..

fria como aço. "A propósito, eu não estou na Suíça. Estou em Fernando de Noronha. Ti

u chocada.

ro, mas machucar você... isso ele vai pagar caro", explicou a mãe. "Estou pegando o primeiro voo de volta. Estarei aí em menos de vinte e quatro

lefone, uma onda de alívio e satisfação a invadindo. Ela não e

itou na cama e, pela primeira vez em muito tempo, adormece

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Herdeira Desprezada, Vingança Conquistada
Herdeira Desprezada, Vingança Conquistada
“A música explodia na minha festa de dezoito anos, mas para mim, tudo era um sussurro distante. Era para ser o meu dia, mas quem brilhava era Ana Lúcia, a bolsista que meu padrasto e o filho dele, Pedro, adoravam exibir como um troféu. O pesadelo começou quando Ana Lúcia "tropeçou" e derramou champanhe, logo acusando: "Acho que a Sofia ainda está brava comigo. Ela me empurrou." Todos os olhares se viraram para mim. Meu padrasto, Sr. Mendes, me humilhou publicamente, ameaçando: "Peça desculpas a ela. Agora. Ou você pode esquecer sua mesada este mês. E o carro que eu prometi." Pedro, cego pela falsidade dela, me atacou com ódio: "Você é inacreditável! Ana Lúcia é uma pessoa boa, ela não merecia ser tratada assim por você." Para completar a farsa, a mãe dela apareceu, contando uma história comovente, enquanto Ana Lúcia mostrava um arranhão falso. A raiva subiu à minha garganta, a um ponto onde não pude mais conter. Com um grito, lancei-me contra Pedro, empurrando-o com toda a força. Ele cambaleou e caiu no bolo, mas em sua fúria, me empurrou de volta com força brutal. Minha cabeça bateu na quina de uma mesa, e o sangue começou a escorrer. Ali, prostrada, com o vestido manchado de creme e sangue, a dor física era intensa, mas a dor da traição e da solidão era pior. Como pude ter sido tão cega? Era a hora de a verdadeira rainha da casa intervir e colocar ordem.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10