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Herdeira Desprezada, Vingança Conquistada

Capítulo 3 

Palavras: 690    |    Lançado em: 07/07/2025

oz de Sofia soou clara e alta sobre o t

o de Ana Lúcia perdeu a cor. Dona Isabel parou seu discurso dramático n

guejou Ana Lúcia. "Foi s

o o celular do bolso. "Vamos deixar as autoridades decidirem. Eles podem verificar

cia e sua mãe. Elas sabiam que as câ

otegida, agiu por impulso. Ele avançou

tou, o rosto contorcido de raiva. "Você

chão. O aparelho bateu no piso de mármore com um barul

edro. A última barreira de autocontrole dela se rompeu. A raiva, a

Ela o empurrou com toda a força que tinha. Pedro, ainda instável e surpreso pela fúria dela, tropeçou para t

s exp

a de comida e bebida, a fúria em seus olhos se t

orça no peito. O empurrão foi brutal, desequilibrando-a completamente. Sofia

a de uma mesa de centro

ante, tudo ficou branco, e depois, vermelho. Ela sentiu algo q

eça. Seus dedos volta

de uma gota de sangue pingando no chão de

e, antes de "adoecer", a abraçando naquele mesmo salão. Seu pai de verdade, que morreu quando ela era pequena, ensinando-a a dançar ali. Mome

a dor em seu coração era pior. A tr

ulpa. "Ela me atacou! Ela é instável! Temos que tirá-la da

upação, mas por pânico. Sangue. Ferimentos. Isso poderia atrair o tipo

sua voz era fraca. Ele parecia perdido, incapaz

ada. O sangue continuava a escorrer, misturando-se com as lágrimas silenciosas que agora rolavam por

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Herdeira Desprezada, Vingança Conquistada
Herdeira Desprezada, Vingança Conquistada
“A música explodia na minha festa de dezoito anos, mas para mim, tudo era um sussurro distante. Era para ser o meu dia, mas quem brilhava era Ana Lúcia, a bolsista que meu padrasto e o filho dele, Pedro, adoravam exibir como um troféu. O pesadelo começou quando Ana Lúcia "tropeçou" e derramou champanhe, logo acusando: "Acho que a Sofia ainda está brava comigo. Ela me empurrou." Todos os olhares se viraram para mim. Meu padrasto, Sr. Mendes, me humilhou publicamente, ameaçando: "Peça desculpas a ela. Agora. Ou você pode esquecer sua mesada este mês. E o carro que eu prometi." Pedro, cego pela falsidade dela, me atacou com ódio: "Você é inacreditável! Ana Lúcia é uma pessoa boa, ela não merecia ser tratada assim por você." Para completar a farsa, a mãe dela apareceu, contando uma história comovente, enquanto Ana Lúcia mostrava um arranhão falso. A raiva subiu à minha garganta, a um ponto onde não pude mais conter. Com um grito, lancei-me contra Pedro, empurrando-o com toda a força. Ele cambaleou e caiu no bolo, mas em sua fúria, me empurrou de volta com força brutal. Minha cabeça bateu na quina de uma mesa, e o sangue começou a escorrer. Ali, prostrada, com o vestido manchado de creme e sangue, a dor física era intensa, mas a dor da traição e da solidão era pior. Como pude ter sido tão cega? Era a hora de a verdadeira rainha da casa intervir e colocar ordem.”
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