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Herdeira Desprezada, Vingança Conquistada

Capítulo 1 

Palavras: 904    |    Lançado em: 07/07/2025

ezoito anos, um evento que seu padrasto, o Sr. Mendes, e o filho dele, Pedro, insistiram em organizar. Eles disseram que era para celebrar sua

Mendes. Ela se movia entre os convidados com uma graça ensaiada, recebendo elogios e sorrisos, enqu

ue o Sr. Mendes e Pedro adoravam exibir como um troféu de sua generosidade. Sofia, a fi

o Sofia tentou pegar uma taça de champanhe. Ana Lúcia, passando por

e, ela começ

rreu para o lado dela, o r

, olhando para Sofia com os olhos cheios de lágrimas. "A

icou pesado, carregado de acusações silenciosas. Sofia ficou pa

ncio, dura e fria. "Eu não posso acreditar

, sua voz saindo mais baixa do que

te. Você sempre teve ciúmes dela, desde o dia em que ela chegou aqui

os. Amigos da escola, parentes distantes, todos a olhavam com

s, seu rosto vermelho de raiva. "Ou você pode esqu

defendia com uma fúria cega, e para seu padrasto, um homem que ela nunca sentiu que a amava de v

as um dos muitos parceiros de sua mãe, Dona Clara, a verdadeira matriarca, a mulher que construiu o império que eles desfrutavam. E Pedro não era seu irmão, era apenas o filho de José de um rela

a esconder a chama de desprezo que sentia. Ela n

a encontrou Ana Lúcia sozinha perto da varanda. A outra garota t

na Lúcia, a voz baixa e cheia de veneno. "Seu padras

maneceu e

nheiro, o status. Eu vou ser a verdadeira herdeira desta família, e você não vai ser nada. Ele

. Para a surpresa da outra, não havia lágrimas nem ra

tou, a voz calma. "Você acredita que um motori

cia vacilou. "Do qu

qui vem do José ou do Pedro? Eles são apenas peões. A rainha não está no tabuleiro agora, mas ela ainda é a do

primeira vez na noite. "Aproveite a fe

a e confusa. A batalha havia apenas começado, e S

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Herdeira Desprezada, Vingança Conquistada
Herdeira Desprezada, Vingança Conquistada
“A música explodia na minha festa de dezoito anos, mas para mim, tudo era um sussurro distante. Era para ser o meu dia, mas quem brilhava era Ana Lúcia, a bolsista que meu padrasto e o filho dele, Pedro, adoravam exibir como um troféu. O pesadelo começou quando Ana Lúcia "tropeçou" e derramou champanhe, logo acusando: "Acho que a Sofia ainda está brava comigo. Ela me empurrou." Todos os olhares se viraram para mim. Meu padrasto, Sr. Mendes, me humilhou publicamente, ameaçando: "Peça desculpas a ela. Agora. Ou você pode esquecer sua mesada este mês. E o carro que eu prometi." Pedro, cego pela falsidade dela, me atacou com ódio: "Você é inacreditável! Ana Lúcia é uma pessoa boa, ela não merecia ser tratada assim por você." Para completar a farsa, a mãe dela apareceu, contando uma história comovente, enquanto Ana Lúcia mostrava um arranhão falso. A raiva subiu à minha garganta, a um ponto onde não pude mais conter. Com um grito, lancei-me contra Pedro, empurrando-o com toda a força. Ele cambaleou e caiu no bolo, mas em sua fúria, me empurrou de volta com força brutal. Minha cabeça bateu na quina de uma mesa, e o sangue começou a escorrer. Ali, prostrada, com o vestido manchado de creme e sangue, a dor física era intensa, mas a dor da traição e da solidão era pior. Como pude ter sido tão cega? Era a hora de a verdadeira rainha da casa intervir e colocar ordem.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10