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Minha Segunda Vida, Nosso Fim

Capítulo 1 

Palavras: 735    |    Lançado em: 07/07/2025

uda percorreu meu corpo. Eu estava caindo, o vento

da cidade eram como

ssada foi um

nha rival, Sofia, entregou a prova uma hora antes de todo mundo e tirou nota

m mim. Todos me cha

eu um ataque cardíaco fulminante ao ouvir a notícia. Minha mãe, já com a saúde fr

nsão, me abandonou publicamente, dizendo

s pais, minha repu

rédio mais alto da

da queda

olhos de

a que dançavam no ar. O cheiro de giz e de livros velhos encheu minhas narin

a de madeira, vestindo o uniform

ata estava escrita com uma cal

iro simulado d

ren

ara três anos ante

r uma segunda chance foi imediatamente substituída por u

istribuindo as provas. Ela era uma mulher dedicada, que em minha vida

papel na minha mesa com

Sei que você vai

da questão com a precisão de um relógio. Eu era a melhor aluna, a

eu não pegu

parada, encarando

smo, mas de uma determinação sombria. Desta ve

a carteira novamente, sua expressão mud

uma coisa? Você não e

reocupação genuína que, na minha v

a cabeça e o

eu não vou fa

tes era preenchida pelo som de canetas, ficou e

ins franziu a

vai fazer a prova? Este é o s

eu decidi

r, meus olhos se fixaram em um

fi

doso caindo sobre os ombros. Ela escrevia furiosamente, sem seque

s eu via através da máscara. Via a inveja, a maldad

balançou a cabeça sutilmente, como se estivesse decepcionado comigo.

u a cabeça e nossos olhos se encontraram. Ela me deu um pequeno sorriso, um so

amando. O jogo j

z, eu esta

-

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Minha Segunda Vida, Nosso Fim
Minha Segunda Vida, Nosso Fim
“A escuridão tomou conta, e a dor rasgou meu corpo enquanto eu caía do prédio mais alto da cidade. Lá embaixo, as luzes da cidade eram estrelas distantes. Minha vida havia se tornado lixo, acusada de colar no vestibular, humilhada publicamente e abandonada por todos. Minha rival, Sofia, havia tirado nota máxima, e minhas respostas eram idênticas às dela. Ninguém acreditou em mim; todos me chamavam de trapaceira. A humilhação destruiu tudo. Meu pai, um homem orgulhoso, morreu de ataque cardíaco. Minha mãe não suportou o luto e o escândalo, e sua doença a consumiu em meses. Meu namorado, Lucas, me abandonou publicamente, dizendo ter vergonha de um dia ter me amado. Eu perdi tudo: meus pais, minha reputação, meu futuro. O desespero me levou ao fim. Mas a dor da queda não veio. De repente, abri os olhos. O cheiro de giz e velhos livros. O familiar som de uma caneta riscando o papel. Eu estava sentada na minha carteira, vestindo o uniforme da escola. No quadro-negro, a data: 15 de março. O dia do primeiro simulado do ensino médio. Eu renasci. Três anos antes da minha desgraça. Um arrepio frio percorreu minha espinha, e a alegria desta segunda chance foi imediatamente substituída por uma fúria gelada. Eu não deixaria a história se repetir. A senhora Martins se aproximou com a prova: "Boa sorte, Maria. Sei que você vai se sair muito bem." Desta vez, não peguei a caneta. Fiquei ali, encarando a prova em branco, com uma determinação sombria: eu não seria a vítima. Eu seria a caçadora. Olhei para Sofia, sentada do outro lado da sala, um sorriso inocente em seu rosto. Ao lado dela, Lucas me olhava com desaprovação. Ela já estava tramando. O jogo já havia começado. E desta vez, eu estava pronta.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10