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Minha Segunda Vida, Nosso Fim

Capítulo 2 

Palavras: 643    |    Lançado em: 07/07/2025

desistir d

enhora Martins e da minha mãe, que veio correndo para

e os olhos cheios de preocupaç

pre amou estudar. É algum problem

a desgraça a levou ao túmulo. Desta vez, eu a protegeria com todas as minha

cansei. Não quero

uspirou, parecendo

una mais brilhante que eu tive em anos. Des

minha expre

me de

a mãe e da professora. Elas não entendiam que isso era

o simulado foram afixados no mura

aglomerava em volta, pro

e aproximar para

orredor, ouvi os g

ia gabaritou!

prova em menos de uma hora

parabéns com um sorriso modesto e bochechas coradas. Ela parecia

o caminho entre os alunos. Encon

. Not

meu redor enquanto as pessoas notavam meu

Maria tir

m ela? Ela costumav

expressão era uma mistur

edito. Um zero? Vo

Sofia, que agora me olhava do outro lado do corred

har confi

a sala. Ela parecia exausta e desapontada. So

em vermelho no topo. A outr

vas. "Eu não entendo. Você foi de nossa melhor aluna para... isso. Enquanto a S

uma explicação que eu n

rofessora. Eu não

pontada de culpa. Ela só queria me ajudar. Mas eu sabia que qualqu

ora, fingindo estar lendo um livro. Quando passei por ela, ela

u com você. Parece que a p

menina doce havia caído por um se

or e raiva se transformaram em

pelo meu futuro. Estava lut

-

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Minha Segunda Vida, Nosso Fim
Minha Segunda Vida, Nosso Fim
“A escuridão tomou conta, e a dor rasgou meu corpo enquanto eu caía do prédio mais alto da cidade. Lá embaixo, as luzes da cidade eram estrelas distantes. Minha vida havia se tornado lixo, acusada de colar no vestibular, humilhada publicamente e abandonada por todos. Minha rival, Sofia, havia tirado nota máxima, e minhas respostas eram idênticas às dela. Ninguém acreditou em mim; todos me chamavam de trapaceira. A humilhação destruiu tudo. Meu pai, um homem orgulhoso, morreu de ataque cardíaco. Minha mãe não suportou o luto e o escândalo, e sua doença a consumiu em meses. Meu namorado, Lucas, me abandonou publicamente, dizendo ter vergonha de um dia ter me amado. Eu perdi tudo: meus pais, minha reputação, meu futuro. O desespero me levou ao fim. Mas a dor da queda não veio. De repente, abri os olhos. O cheiro de giz e velhos livros. O familiar som de uma caneta riscando o papel. Eu estava sentada na minha carteira, vestindo o uniforme da escola. No quadro-negro, a data: 15 de março. O dia do primeiro simulado do ensino médio. Eu renasci. Três anos antes da minha desgraça. Um arrepio frio percorreu minha espinha, e a alegria desta segunda chance foi imediatamente substituída por uma fúria gelada. Eu não deixaria a história se repetir. A senhora Martins se aproximou com a prova: "Boa sorte, Maria. Sei que você vai se sair muito bem." Desta vez, não peguei a caneta. Fiquei ali, encarando a prova em branco, com uma determinação sombria: eu não seria a vítima. Eu seria a caçadora. Olhei para Sofia, sentada do outro lado da sala, um sorriso inocente em seu rosto. Ao lado dela, Lucas me olhava com desaprovação. Ela já estava tramando. O jogo já havia começado. E desta vez, eu estava pronta.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10