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Minha Segunda Vida, Nosso Fim

Capítulo 3 

Palavras: 821    |    Lançado em: 07/07/2025

. A escola decidiu fazer um anúncio oficial em uma asse

beu um certificado do diretor. Ela agradeceu a todos com lágrimas

isse ela ao microfone, sua voz embargada de uma emoção falsa.

leira, com o estômago revirado.

Martins me parou no corredor. Ela

a voz suave. "Eu peguei a prova da Sofia para você dar uma olhad

a de Sofia. Meu coração acelerou.

ltipla escolha estavam todas corretas, claro. Mas o que me interessava eram as questões d

o, e

sangue

a chegar à resposta era ilógico, convoluto, com passos que não faziam o menor sent

o método errado que eu tinha formul

rado, e o descartado mentalmente antes de decidir deixar a questão em branco.

a. A única diferença era que, no final daquela sequência de p

mposs

lgo muito mais sinistro. E

u meus pe

ora Martins, com a prova na mão, o

ão 28!" Eu disse, minha voz tremendo. "Isso não f

a prova e a analisou c

nal está correto. Talvez ela tenha aprendido uma técnica alternat

te falho! É como dizer que dois mais dois são cinco,

eu estivesse procurando desculp

ta certa. Isso é o que importa. Talvez você devesse se preocupar menos

ro de mim. Ninguém via. N

do portão, cercada por suas novas amigas.

ue todos ouvissem. "Eu soube que você viu minha prova. Espero que tenh

a se deliciando com a minha queda, esfr

o a calma. Eu não podia pe

i tes

lso. "Eu só fiquei com uma pequena dúvida. No terceiro passo, você usou a constante de P

urdo de todos, uma invenção completa da minha

or uma fração de segundo antes de ser s

do avançado que aprendi em um livro. É um pouco c

uivando. Ela não

minha con

ão entendia nada do que roubava. Ela era um

-

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Minha Segunda Vida, Nosso Fim
Minha Segunda Vida, Nosso Fim
“A escuridão tomou conta, e a dor rasgou meu corpo enquanto eu caía do prédio mais alto da cidade. Lá embaixo, as luzes da cidade eram estrelas distantes. Minha vida havia se tornado lixo, acusada de colar no vestibular, humilhada publicamente e abandonada por todos. Minha rival, Sofia, havia tirado nota máxima, e minhas respostas eram idênticas às dela. Ninguém acreditou em mim; todos me chamavam de trapaceira. A humilhação destruiu tudo. Meu pai, um homem orgulhoso, morreu de ataque cardíaco. Minha mãe não suportou o luto e o escândalo, e sua doença a consumiu em meses. Meu namorado, Lucas, me abandonou publicamente, dizendo ter vergonha de um dia ter me amado. Eu perdi tudo: meus pais, minha reputação, meu futuro. O desespero me levou ao fim. Mas a dor da queda não veio. De repente, abri os olhos. O cheiro de giz e velhos livros. O familiar som de uma caneta riscando o papel. Eu estava sentada na minha carteira, vestindo o uniforme da escola. No quadro-negro, a data: 15 de março. O dia do primeiro simulado do ensino médio. Eu renasci. Três anos antes da minha desgraça. Um arrepio frio percorreu minha espinha, e a alegria desta segunda chance foi imediatamente substituída por uma fúria gelada. Eu não deixaria a história se repetir. A senhora Martins se aproximou com a prova: "Boa sorte, Maria. Sei que você vai se sair muito bem." Desta vez, não peguei a caneta. Fiquei ali, encarando a prova em branco, com uma determinação sombria: eu não seria a vítima. Eu seria a caçadora. Olhei para Sofia, sentada do outro lado da sala, um sorriso inocente em seu rosto. Ao lado dela, Lucas me olhava com desaprovação. Ela já estava tramando. O jogo já havia começado. E desta vez, eu estava pronta.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10