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Minha Segunda Vida, Nosso Fim

Capítulo 4 

Palavras: 710    |    Lançado em: 07/07/2025

cheio de alunos almoçando e co

para a mesa onde Sofia estava sentada, rindo

sa, e o barulho ao re

ferta. Eu gostaria de uma aula. Agora. Explique para todos nós

odos os olhares se viraram para n

er, Lucas se levantou abrupta

rosto vermelho de raiva. "Você não consegue aceitar que ela é melhor

traição da vida passada foi substituída por uma clareza fria. Eu olhei

m você, Lucas", eu disse, s

e levantou com uma expressão magoa

stá fazendo isso comigo?

alavra por palavra, a explicação padrão do livro didático para resolver aquele problema. Uma

a lei de Newton, e a aceleração pode ser de

todos no refeitório, parecia que ela estava provando seu conhecimen

a realme

stá sendo

invej

ensava. Ela se preparou. Ela memorizou a resposta certa par

goliu. Eu parecia

orrendo do refeitório, com os olhares de pena e

a: o antigo ginásio, abandonado desde a construção do

m cru e animalesco que rasgou minha garganta. Eu chutei um banco de madeira velho, que se partiu c

não vinham. Era apenas um

gritei para o ginásio vaz

se. Lucas estava parado ali, com um

z?", ele disse, sua voz

ele, respirando

ocê quer

te você perdeu o controle. O que foi aquilo

, eu disse, a voz

atacando sem motivo! Só porque ela

uperficial. Egoísta. Atraído pelo sucesso e p

minamos,

um som de

comigo? Por causa diss

hando em sua direção, passando por ele sem olhar para trás

mpoeirado, um fantasma de um passado

-

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Minha Segunda Vida, Nosso Fim
Minha Segunda Vida, Nosso Fim
“A escuridão tomou conta, e a dor rasgou meu corpo enquanto eu caía do prédio mais alto da cidade. Lá embaixo, as luzes da cidade eram estrelas distantes. Minha vida havia se tornado lixo, acusada de colar no vestibular, humilhada publicamente e abandonada por todos. Minha rival, Sofia, havia tirado nota máxima, e minhas respostas eram idênticas às dela. Ninguém acreditou em mim; todos me chamavam de trapaceira. A humilhação destruiu tudo. Meu pai, um homem orgulhoso, morreu de ataque cardíaco. Minha mãe não suportou o luto e o escândalo, e sua doença a consumiu em meses. Meu namorado, Lucas, me abandonou publicamente, dizendo ter vergonha de um dia ter me amado. Eu perdi tudo: meus pais, minha reputação, meu futuro. O desespero me levou ao fim. Mas a dor da queda não veio. De repente, abri os olhos. O cheiro de giz e velhos livros. O familiar som de uma caneta riscando o papel. Eu estava sentada na minha carteira, vestindo o uniforme da escola. No quadro-negro, a data: 15 de março. O dia do primeiro simulado do ensino médio. Eu renasci. Três anos antes da minha desgraça. Um arrepio frio percorreu minha espinha, e a alegria desta segunda chance foi imediatamente substituída por uma fúria gelada. Eu não deixaria a história se repetir. A senhora Martins se aproximou com a prova: "Boa sorte, Maria. Sei que você vai se sair muito bem." Desta vez, não peguei a caneta. Fiquei ali, encarando a prova em branco, com uma determinação sombria: eu não seria a vítima. Eu seria a caçadora. Olhei para Sofia, sentada do outro lado da sala, um sorriso inocente em seu rosto. Ao lado dela, Lucas me olhava com desaprovação. Ela já estava tramando. O jogo já havia começado. E desta vez, eu estava pronta.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10