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A Redenção do Nosso Amor

Capítulo 3 

Palavras: 809    |    Lançado em: 08/07/2025

inanceiro com a tia que ela desprezava, a expressão de vítima desamparada desapareceu. Em seu lugar, vi um flash de puro e gélido ódio direcionado a mim. Foi rápido

o as coisas começaram a dar errado, quando pequenos objetos de valor sumiam, quando minha m

, com um tom de finalidade, claramente aliviado por ter uma s

aticamente esfregando a

u náuseas. Ela se aproximou e agarrou o braço de Bruna. "Vamos para a sua nova casa. Voc

ncolheu ao

rrou, o desespero tom

A tensão na sala era sufocante, a energia negativa que

muito bem. Vou subir para o meu qua

le ainda não estava convencido. Ela olhava para Br

ra mais forte do que a compaix

, apertando mais o braço de Bruna. "O acordo está fei

que eles precisassem se envolver ou gastar um centavo. Eles começaram a parabenizar meu pai pela "solução pragmática" . O oportunismo na sala era noj

fez sua última ten

ção, parando na minha frente e bloqueando meu caminho. Seus olhos estavam selvagen

estridente. "Não me faça ir com ela! Você não sab

inhas mãos, mas eu r

isa. Eu não sei o que eu fiz, mas me perdoa. A gente pode dividir o seu quarto, vai ser como nos velhos tempos, quando éramos crianças.

que, para mim, estava manchada de sangue e fumaça. Sua performance era tão

O sorriso dela. A voz dela dizendo "Agora é meu" . A lembrança

são tão fria quanto o ódio que eu

ada. "Não vai ser como nos velhos tempos. E você não v

o para o lado,

e você. E você precisa fica

entir os olhos de todos em mim, mas principalmente, eu sentia o olhar del

o de batalha. E eu sabia, com uma certeza aterrorizante

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A Redenção do Nosso Amor
A Redenção do Nosso Amor
“O cheiro de fumaça sufocava meus pulmões, e os gritos da minha mãe rasgavam a noite e a minha alma. Então, o silêncio pesado preencheu o espaço, indicando que eu estava sozinha. No meio do caos, flutuando na escuridão antes da morte, o rosto dela surgiu: minha prima, Bruna. Ela não chorava; em vez disso, sorria friamente, vitoriosa, enquanto as chamas de nossa casa se refletiam em seus olhos. "Finalmente", ela sussurrou, a voz como veneno. "Tudo que era seu. Agora é meu." A dor da perda era insuportável, mas a traição, ainda pior. Nós a acolhemos, minha mãe a amou como filha, meu pai abriu as portas de nossa casa e eu a tratei como irmã. Ela nos pagou com fogo e morte. Para roubar nossa vida, ela destruiu tudo. O teto desabou, engolindo-me na escuridão. No entanto, um chamado familiar me trouxe de volta: "Sofia? Filha, você está me ouvindo?" Abri os olhos com um sobressalto, o coração batendo descontroladamente. Eu estava na sala de estar, minha mãe, Dona Lúcia, e meu pai, Seu Carlos, estavam vivos e bem. "Estamos discutindo sobre a Bruna", disse meu pai. "Sua mãe acha que deveríamos trazê-la para morar conosco." Bruna. O nome ecoou como uma pedra no meu estômago. Olhei o calendário, e a data me atingiu como um soco. Eu havia voltado. Voltei no tempo. Para o dia exato em que a tragédia começou, o dia em que acolhemos a cobra em nosso ninho. "Não", declarei, a voz surpreendentemente firme.”
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