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A Redenção do Nosso Amor

Capítulo 4 

Palavras: 840    |    Lançado em: 08/07/2025

uxo de dinheiro garantindo o interesse da tia em mantê-la lá, a crise imediata parecia ter sido resolvida. Meu

paz falsa. Uma calmari

acolher Bruna tinha evitado a repetição exata da tragédia, mas não tinha eliminado a ameaça

a que a peça final do quebra-cabeça

cêndio que matou

, uma fiação antiga. Bruna era a única sobrevivente, a pobre ó

tivesse sid

dos pais dela, de como eles eram controladores, de como nunca lhe davam o que ela queria. Uma vez, ela mencionou casualmente o seguro de vida deles, um valo

arecia u

ue eu não associei a nada na hora, em meio ao pânico. Mas não foi um incêndio acidental. Foi provo

ago. Eu me sentei na cama, o coração martelando contra

az de assassinar a própria família a sangue frio por dinheiro e liberdade. E depois,

, ponto final. E agora que eu havia me tornado um obstáculo direto aos seus planos, eu era o alvo número um. E por extensão, meus

criar distância física, um espaço seg

desci para o café d

uldade estão quase no fim, e nós não fizemos nada juntos. O tempo está lindo. O que vocês acham de pegarmos o c

a situação com Bruna, viu a sugestão como uma oport

osa, filha! Eu adora

sabia que não era um impulso. Mas a ideia de passar um tempo tranquilo com a f

eu imenso alívio. "Posso adiantar algumas co

rimeira onda de alívio genuíno em

ados, sorrindo, conversando sobre coisas triviais, me encheu de uma felicidade tão intensa que quase d

ugar... tudo parecia perfeito. Abrimos as janelas para deixar o ar salgado entrar, e enquanto o s

pai, eu senti uma paz que não sentia há muito,

Estamos seguros aqui. El

anquilidade era apenas uma ilusão, um brev

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A Redenção do Nosso Amor
A Redenção do Nosso Amor
“O cheiro de fumaça sufocava meus pulmões, e os gritos da minha mãe rasgavam a noite e a minha alma. Então, o silêncio pesado preencheu o espaço, indicando que eu estava sozinha. No meio do caos, flutuando na escuridão antes da morte, o rosto dela surgiu: minha prima, Bruna. Ela não chorava; em vez disso, sorria friamente, vitoriosa, enquanto as chamas de nossa casa se refletiam em seus olhos. "Finalmente", ela sussurrou, a voz como veneno. "Tudo que era seu. Agora é meu." A dor da perda era insuportável, mas a traição, ainda pior. Nós a acolhemos, minha mãe a amou como filha, meu pai abriu as portas de nossa casa e eu a tratei como irmã. Ela nos pagou com fogo e morte. Para roubar nossa vida, ela destruiu tudo. O teto desabou, engolindo-me na escuridão. No entanto, um chamado familiar me trouxe de volta: "Sofia? Filha, você está me ouvindo?" Abri os olhos com um sobressalto, o coração batendo descontroladamente. Eu estava na sala de estar, minha mãe, Dona Lúcia, e meu pai, Seu Carlos, estavam vivos e bem. "Estamos discutindo sobre a Bruna", disse meu pai. "Sua mãe acha que deveríamos trazê-la para morar conosco." Bruna. O nome ecoou como uma pedra no meu estômago. Olhei o calendário, e a data me atingiu como um soco. Eu havia voltado. Voltei no tempo. Para o dia exato em que a tragédia começou, o dia em que acolhemos a cobra em nosso ninho. "Não", declarei, a voz surpreendentemente firme.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10