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A Professora Caluniada e o Destino

Capítulo 2 

Palavras: 690    |    Lançado em: 08/07/2025

e tornou um inferno digital, um palco para o linchamento da mi

conversa, completamente fora de contexto, onde eu

ia professora admitindo que favorece alguns! E a que

nuto. A hora marcada no print,

acontece de madrugada? Isso é prova de que havia

posta a um aluno desesperado, que me procurou de madrugada, achand

is uma vez, com a dig

meu WhatsApp, sempre estiveram abertos para todos, a qualquer hora, quando o a

isada e mais acusações. Era como gritar con

mais "testemunhas", começou a agir nos bastidores. Ela ligou para a mãe de Pedro. Eu não sei o qu

sagem d

unos 'preferidos' dela. Eu e a Camila tentamos tirar dúvidas v

ra que Pedro ficasse depois da aula para que eu pudesse ajudá-lo. Lembrei de Camila, que

o foi a munição qu

é uma fraude! Ela não merece ser chamada de professora. É

aram de questionar minha ética profissional e

s ela faz de madruga

filhos... Deve ser frustra

erior a nós, por isso trata

virar. Como podiam ser tão cruéis? Como podia

entaram remar contra a maré. A mãe do Lucas,

Meu filho é testemunha de que a aula de revisão foi aberta a todos! Pedro e Camila estavam lá e não qui

una brilhante, a Júl

A professora Ana Paula foi a inspiração dela para querer cursar Eng

s alta. As mães que me defendi

m! Seus filhos foram os be

eriam ser inves

do condenada. A cada notificação, uma nova onda de náusea me atingia. Eles não queriam a verda

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A Professora Caluniada e o Destino
A Professora Caluniada e o Destino
“O dia seguinte à primeira prova do ENEM deveria ser de alívio, e para mim, Ana Paula, professora de matemática, era um dia de orgulho e mensagens de gratidão dos meus alunos. Mas a vibração incessante do meu celular, com o grupo de pais no WhatsApp, transformou a tranquilidade da manhã em um pesadelo: a mãe de Camila me acusava, furiosa, de vazar questões e favorecer alunos. De repente, eu era uma "fraudulent", uma "mercenária", demitida da escola que chamei de lar por cinco anos, com minha reputação arrastada na lama e meu caráter questionado por pais que eu tanto dei atenção. Como podiam distorcer a verdade de forma tão completa? Como podiam duvidar da minha ética e integridade? A injustiça queimava ainda mais quando o próprio Pedro, um aluno a quem dediquei tempo e carinho extra, se juntou ao coro de mentiras, acusando-me de tê-lo ignorado. Eles me forçaram ao fundo do poço, riram da minha humilhação pública e até tentaram lucrar com a minha desgraça; mas eles mal sabiam que, daquela dor, nasceria uma nova Ana Paula, pronta para a guerra, com os prints, as gravações e a verdade como suas armas.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10