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A Professora Caluniada e o Destino

Capítulo 3 

Palavras: 691    |    Lançado em: 08/07/2025

cusações. Minha mente insistia em voltar no tempo, pa

nio", eu dizia, enquanto desenhava gráficos e fórmulas em uma folha de papel só para ele. Eu comprava lanche para ele com meu próprio dinheiro quando via q

gratificante, agora era amarga. Meu esforço, meu tempo, minha ded

retamente com a fonte do problema. Peguei meu celular e liguei para Sandra, a mãe de Cami

rro i

ndeu, carregada de um

sso. O que você está fazendo é cruel e injusto. Você e

outro lado, e então u

? Está com medo, é? Medo de que to

terou, a frustração tomando conta. "Sua filha estava na aula! E

Você é uma incompetente que prejudicou minha filha! Você vai pagar

a tentativa de diálogo tinha sido um de

explodiu em notificações. Sa

R! ME AMEAÇOU! GRITOU COMIGO! E

s foram cortados. Só a minha voz ficou, alta, desesperada, soando agressiva e descontrolada. "A culpa não é minha!", "

foi à

s! Ela é

o de políci

Vai manter uma pessoa desequilibra

tativa de respirar me afundava mais. Eles não apenas me acusaram de algo que

nome, que eu sempre prezei, agora era si

i em "Sair do grupo". Foi um ato de autopreservação. Eu não aguentava mai

dor. Olhei ao redor, para os meus livros de matemática, para os trabalhos de al

rupo, podiam ter me silenciado por enquanto, mas eu ainda tinha as provas da verdade. A gravaç

guerra estava apenas começando. Eles me empurraram pa

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A Professora Caluniada e o Destino
A Professora Caluniada e o Destino
“O dia seguinte à primeira prova do ENEM deveria ser de alívio, e para mim, Ana Paula, professora de matemática, era um dia de orgulho e mensagens de gratidão dos meus alunos. Mas a vibração incessante do meu celular, com o grupo de pais no WhatsApp, transformou a tranquilidade da manhã em um pesadelo: a mãe de Camila me acusava, furiosa, de vazar questões e favorecer alunos. De repente, eu era uma "fraudulent", uma "mercenária", demitida da escola que chamei de lar por cinco anos, com minha reputação arrastada na lama e meu caráter questionado por pais que eu tanto dei atenção. Como podiam distorcer a verdade de forma tão completa? Como podiam duvidar da minha ética e integridade? A injustiça queimava ainda mais quando o próprio Pedro, um aluno a quem dediquei tempo e carinho extra, se juntou ao coro de mentiras, acusando-me de tê-lo ignorado. Eles me forçaram ao fundo do poço, riram da minha humilhação pública e até tentaram lucrar com a minha desgraça; mas eles mal sabiam que, daquela dor, nasceria uma nova Ana Paula, pronta para a guerra, com os prints, as gravações e a verdade como suas armas.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10