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Sete Anos, Um Coração Partido

Capítulo 3 

Palavras: 600    |    Lançado em: 08/07/2025

a vida dedicados a um relacionamento que parecia ter empacado no tempo. Ela pensou em sua carreira: começou como assistente e agora era uma das organizadoras de eventos mais requi

onstatação de que eles haviam crescido em direções opostas. Ela construía fu

tocou. Er

o... vocês já estão juntos há tanto tempo. O Bruno não fala

cansaço profundo pe

isso. Estamos bem. Quando

e tornava mais difícil de sustentar a cada repetição. Ela amava seus

o ano passado, no casamento de seu melhor amigo: "Vamos esperar mais um pouco, comprar um apartamento maior primeiro". As desculpas eram sempre plausíveis, sempre razoáveis, mas juntas formavam um

vez anos. De repente, a represa se rompeu. A tristeza se transformou em uma fúria cega. Luana se levantou e, com um grito que rasgou o silêncio do apartamento, varreu tudo o que estava sobre a mesa de centr

ento vazio, caindo de joelhos no meio da bagunça

conseguiu abrir o frasco de Tramadol, um analgésico forte que seu médico havia prescrito para a "dor intercostal" que ela vinha sentindo. Ela engoliu o comprimido a seco, sentindo-o arranhar a garganta. O diagnóstico ainda não estava fechado, mas os exames recentes apontavam pa

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Sete Anos, Um Coração Partido
Sete Anos, Um Coração Partido
“Sete anos. Sete anos da minha vida dedicados a construir o casamento dos sonhos com Bruno, cada detalhe meticulosamente planejado, da cor das hortênsias brancas à igrejinha na serra. Até que, no palco de uma feira de noivas que eu mesma organizei, vi Bruno se ajoelhar para Sofia, com o meu anel, proferindo as declarações que eu sonhava ouvir dele. Embora ele afirmasse ser um "ensaio" para o noivo dela, a humilhação me sufocou, especialmente quando ele descartou meu projeto de vida como "apenas um monte de papel" e, pior, o compartilhou com ela. A dor se tornou física, um nó no peito que eu já vinha sentindo, e que me levou a um diagnóstico de câncer de mama em estágio avançado. Mesmo assim, no hospital, quando tentei confessar meu pavor, Bruno me ignorou, mais preocupado com o "tornozelo" de Sofia no andar de oncologia. Ele ainda pediu que eu, a especialista, concluísse o projeto de Sofia, o meu projeto de vida, aquele que ele havia roubado sob a desculpa de "ajudar uma amiga". Quando um amigo dele revelou que meu sonho de casamento era, na verdade, uma promessa antiga de Bruno a Sofia, entendi a verdade cruel: eu nunca fui a primeira opção. Não havia mais tempo, nem mesmo para o ódio. Só restava a paz fria da aceitação. E então, em um suspiro final, enviei a mensagem que selou nosso destino. "Acabou."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10