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Sete Anos, Um Coração Partido

Capítulo 4 

Palavras: 614    |    Lançado em: 08/07/2025

Então, o cheiro a atingiu. Não era o perfume amadeirado que ele sempre usava. Era um perfume floral, doce e enjoativo, o mesmo perfume que Sofia usava na feira. O cheiro estava im

ela, sem dizer uma palavra, e em poucos minutos sua respiração se tornou profunda e regular. Ele dorm

om uma cena que pareceu um pesadelo. Bruno estava lá, sentado na sala de espera. E ao lado dele, com a cabeça deitada em seu ombro, estava Sofia. Luana parou, incrédula. De todos os lugares, de tod

beça, o choque esta

. o que você es

ela respondeu, a voz peri

zelo de novo, eu a trouxe para u

reiro acima da porta:

r, Bruno? Você acha

res curiosos. Bruno ficou de pé, o

icando paranoica! É claro que não é aqui, estávamos apenas

a. Ele estava tentando virar o jogo,

são, interveio com sua

o o apelido íntimo que feria Luana. "Lu

gota d'água. Luana olhou fixamente

da pela urgência e pelo medo. "Eu não estou bem. Os m

ompaixão nos olhos dele. Mas a reação de Bruno foi um balde de água fria. Ele pareceu

pensa o pior. Agora não é hora para isso, a Sofia re

no tornozelo. Ele a ajudou a se levantar e a conduziu para o corredor, deixando Luana parada sozinha no meio da sal

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Sete Anos, Um Coração Partido
Sete Anos, Um Coração Partido
“Sete anos. Sete anos da minha vida dedicados a construir o casamento dos sonhos com Bruno, cada detalhe meticulosamente planejado, da cor das hortênsias brancas à igrejinha na serra. Até que, no palco de uma feira de noivas que eu mesma organizei, vi Bruno se ajoelhar para Sofia, com o meu anel, proferindo as declarações que eu sonhava ouvir dele. Embora ele afirmasse ser um "ensaio" para o noivo dela, a humilhação me sufocou, especialmente quando ele descartou meu projeto de vida como "apenas um monte de papel" e, pior, o compartilhou com ela. A dor se tornou física, um nó no peito que eu já vinha sentindo, e que me levou a um diagnóstico de câncer de mama em estágio avançado. Mesmo assim, no hospital, quando tentei confessar meu pavor, Bruno me ignorou, mais preocupado com o "tornozelo" de Sofia no andar de oncologia. Ele ainda pediu que eu, a especialista, concluísse o projeto de Sofia, o meu projeto de vida, aquele que ele havia roubado sob a desculpa de "ajudar uma amiga". Quando um amigo dele revelou que meu sonho de casamento era, na verdade, uma promessa antiga de Bruno a Sofia, entendi a verdade cruel: eu nunca fui a primeira opção. Não havia mais tempo, nem mesmo para o ódio. Só restava a paz fria da aceitação. E então, em um suspiro final, enviei a mensagem que selou nosso destino. "Acabou."”
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