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Casada Seis Vezes: Minha Vingança

Capítulo 1 

Palavras: 616    |    Lançado em: 08/07/2025

fato da vida, como o sol nascer todo dia. Ela não era uma viúva negra, nem uma mulher azarada no amor, pelo contrário, el

gastadeira, foi exposta por seus próprios casos de fraude fiscal que Sofia descobriu por acaso. A terceira, uma fanática religiosa, teve seus segredos mundanos revelados para toda a congregação. A quarta, uma hipocondríaca, foi inte

a o casamento um território a ser defendido, e a sogra, uma potên

eriores de Tiago. A primeira ex-nora, Carolina, foi acusada de roubo e expulsa de casa, sua reputação destruída por fofocas que Dona Isabel espalhou como um veneno. A segunda, Juliana, foi levada à depressão com constantes críticas e manipulações, até qu

ara, ligou no dia se

isso? É a Dona Isabel! A m

ava alho com precisão cirúrgica em sua

ças. Tiago é um anjo, mas é cego. Ele a

disse Sofia. O som da faca batendo

ar de coisas horríveis, vai virar o Tiago co

a olhou pela janela, para o jar

la é apenas a sexta. Ela acha que vai me expulsar, mas é ela quem vai

ndo em uma guerra despreparada, ela era uma chef renomada, acostumada a comandar cozinhas caó

a Isabel já estava planejando seu primeiro movimento, provavelmente um almoço de "boas-vindas" que seria, na verdade, o p

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Casada Seis Vezes: Minha Vingança
Casada Seis Vezes: Minha Vingança
“Casei pela sexta vez. Sim, você leu certo. Minhas cinco ex-sogras foram cuidadosamente "neutralizadas" e "expulsas". A primeira? Ganhou um restaurante falido. A segunda, que me chamava de gastadeira? Exposta por fraude fiscal que eu "descobri por acaso". A terceira teve seus segredos revelados para a congregação inteira. A quarta? Mandada para uma clínica de luxo, paga por mim. A quinta? Humilhada publicamente em um debate sobre culinária portuguesa, minha especialidade. Diziam que eu não era má, apenas uma estrategista. Cada casamento era um território a ser defendido, e a sogra, uma potência invasora. Mas agora, o desafio era outro: Dona Isabel. Mãe do meu novo marido, Tiago, ela tinha a fama de uma "sogra que nenhuma nora sobreviveu". Carolina foi acusada de roubo e teve a reputação destruída por fofocas dela. Juliana foi levada à depressão. Patrícia, vítima de uma armadilha orquestrada pela própria Dona Isabel. Todas elas, mulheres marcadas. Minha melhor amiga, Clara, me ligou no dia seguinte ao casamento. "Sofia, você tem certeza disso? É a Dona Isabel! A mulher é o diabo em pessoa." "Eu sei", respondi, picando alho com precisão cirúrgica. "Ela acabou com a vida daquelas três moças. Tiago é um anjo, mas é cego." "É por isso que ele precisa de mim", retruquei, o som da faca batendo na tábua quase musical. "Ela vai tentar te destruir. Vai te acusar de coisas horríveis, vai virar o Tiago contra você." Olhei pela janela para o jardim da minha nova casa. "Clara, eu não sou as outras. Eu lidei com cinco sogras antes dela. Ela é apenas a sexta. Ela acha que vai me expulsar, mas é ela quem vai sair. Desta vez, a batalha será na minha cozinha, com minhas regras." Havia uma calma assustadora na minha voz. Não era arrogância, era certeza. O convite para o "almoço de boas-vindas" chegou como previsto. Um bacalhau com muito coentro. E um brilho oleoso estranho. Óleo de rícino.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10