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Casada Seis Vezes: Minha Vingança

Capítulo 2 

Palavras: 635    |    Lançado em: 08/07/2025

como Sofia previu. A voz de Dona Isabel no telefone era

almoço especial para receber você na

Isabel. Estaremos lá", responde

s de uma forma estéril, sem vida. Sr. Carlos, o sogro, cumprimentou Sofia com um aperto de m

o e um avental, o retrato da dona de casa perfeita. Ela abraçou Sofia com

Preparei tudo c

eiro que vinha da cozinha era estranho, uma mistura de temperos que

eiro está... interessante", comentou S

eceita de família", disse Dona Isabel,

dade, amor. A bacalhoada da m

ia era horrível. O bacalhau estava seco, as batatas, mal cozidas, e havia uma quantidade absurda de coentro, uma erva q

li. Ela pegou um pequeno pedaço com o garfo e o cheirou discretamente. Óleo de rícino. Era uma dose pequena, não o suficient

e também foram convidadas para o espetáculo, observavam Sofia com curiosidade maliciosa. Elas eram o c

insistiu Dona Isabel, com sua voz falsamente

rmadilha. Ela estava encurralada. Tiago olhava para ela com expectativa, sem p

rçou um sorriso. O gosto era tão ruim quanto a apa

Uma receita única", disse Sofia

ria tomar conta de si. A sogra achava que tinha vencido o primeiro round, mas Sofia sabia que aquilo era apenas o começo. Ela não seria uma vítima. Ela não seria levada à depressão como Juliana, ou expulsa co

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Casada Seis Vezes: Minha Vingança
Casada Seis Vezes: Minha Vingança
“Casei pela sexta vez. Sim, você leu certo. Minhas cinco ex-sogras foram cuidadosamente "neutralizadas" e "expulsas". A primeira? Ganhou um restaurante falido. A segunda, que me chamava de gastadeira? Exposta por fraude fiscal que eu "descobri por acaso". A terceira teve seus segredos revelados para a congregação inteira. A quarta? Mandada para uma clínica de luxo, paga por mim. A quinta? Humilhada publicamente em um debate sobre culinária portuguesa, minha especialidade. Diziam que eu não era má, apenas uma estrategista. Cada casamento era um território a ser defendido, e a sogra, uma potência invasora. Mas agora, o desafio era outro: Dona Isabel. Mãe do meu novo marido, Tiago, ela tinha a fama de uma "sogra que nenhuma nora sobreviveu". Carolina foi acusada de roubo e teve a reputação destruída por fofocas dela. Juliana foi levada à depressão. Patrícia, vítima de uma armadilha orquestrada pela própria Dona Isabel. Todas elas, mulheres marcadas. Minha melhor amiga, Clara, me ligou no dia seguinte ao casamento. "Sofia, você tem certeza disso? É a Dona Isabel! A mulher é o diabo em pessoa." "Eu sei", respondi, picando alho com precisão cirúrgica. "Ela acabou com a vida daquelas três moças. Tiago é um anjo, mas é cego." "É por isso que ele precisa de mim", retruquei, o som da faca batendo na tábua quase musical. "Ela vai tentar te destruir. Vai te acusar de coisas horríveis, vai virar o Tiago contra você." Olhei pela janela para o jardim da minha nova casa. "Clara, eu não sou as outras. Eu lidei com cinco sogras antes dela. Ela é apenas a sexta. Ela acha que vai me expulsar, mas é ela quem vai sair. Desta vez, a batalha será na minha cozinha, com minhas regras." Havia uma calma assustadora na minha voz. Não era arrogância, era certeza. O convite para o "almoço de boas-vindas" chegou como previsto. Um bacalhau com muito coentro. E um brilho oleoso estranho. Óleo de rícino.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10