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O Veneno da Fortuna

Capítulo 4 

Palavras: 605    |    Lançado em: 08/07/2025

scolhia as roupas para o enterro de seus pais. Ele pegou um vestido floral simples par

rsa que teve com a mãe

untou, a preocupação em seus olhos. "A f

mãe. E el

e um homem bom como você é um presente, Marc

ão sabia o valor do amor dele, como o havia pisoteado, cuspido ne

quebrando o silênci

eparando-se par

O QUE V

do que ele teve que afas

stão passando! O qu

ase um sussurro. Um contraste

acesso ao meu d

ados! É nosso dinheiro! Como

seu amante foi ganho com o meu suor. Eu ouso porque enquanto meus

em seu rosto. Quando ela falou novamente, o tom era completamente diferen

e eu... estávamos apenas nos divertindo. Você sabe como eu fico qua

depois oferecer uma migalha de afeto para conseguir o que queria. Mas, pel

, So

or favor.

risada seca

amor. Você só sabe o

a decisão final se f

a, na capela central. Este é o seu último aviso.

uma ordem. Uma última chance para e

a foi uma risa

me fazer voltar rastejando? Não vai funcionar. Se você não reativar meus cartões até o final do dia

o aterrorizava ag

. "Peça o divórcio. Mas você não vai conseg

piu, antes de desl

ãos. A decisão estava tomada. Não haveria reconciliação. Não haveria p

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O Veneno da Fortuna
O Veneno da Fortuna
“O telefone tocou incessantemente na tranquilidade do meu escritório, um prenúncio de algo terrível. A voz do outro lado confirmou meu pior medo: "Seus pais, Antônio e Helena Silva. Houve um acidente. Estado grave." Meu mundo desabou em segundos, mas a primeira pessoa que procurei, minha esposa Sofia, estava ocupada demais celebrando com risadas e música alta. Perguntei: "Sofia, meus pais podem morrer!" Ela retrucou, fria: "E o que você quer que eu faça? Eu não sou médica. Dê um jeito, Marcos." E desligou. A crueldade dela era um tapa na cara, um choque. Mal cheguei ao hospital, a enfermeira e o médico me confirmaram: a responsável pelo atropelamento era Sofia Almeida, no nosso Porsche que dei de presente. Liguei para ela novamente, implorando: "O carro que atropelou meus pais... era o seu Porsche." Silêncio mortal. Então, sua voz congelante: "Isso é impossível. Meu carro está na garagem." Ela me acusou: "Isso é algum tipo de truque, Marcos? Você está tentando estragar a festa do Pedro?" Minha esperança se esvaiu; o médico suspirou: "Sinto muito, filho. Nós fizemos tudo o que podíamos." O som dos monitores cardíacos ecoando pelo corredor marcou o fim. Meus pais se foram, e a dor era física. Mal consegui respirar, lembranças me invadiam, a imagem da minha mãe acolhendo Sofia, e meu pai dizendo que ela trazia luz à nossa vida. Mal sabíamos que era tudo uma farsa. Minha secretária ligou em seguida, com voz hesistante: "A senhora Sofia fez uma retirada hoje à tarde. Cem mil euros." No dia da morte dos meus pais, ela roubou para fugir com o amante. A dor virou raiva fria. Lembrei das humilhações, do desprezo da família dela, da mão de Sofia em meu rosto: "Você entende qual é o seu lugar? Você é o pobretão sortudo que eu escolhi. Aja como tal." Eu suportei tudo, achando que a amava. Não havia amor, apenas um vazio calculista. Ela me via como um degrau. Mas jurei: "Eu prometo que farei justiça por vocês."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10