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O Veneno da Fortuna

Capítulo 3 

Palavras: 712    |    Lançado em: 08/07/2025

dência tocou. Era a governanta, Maria, que trabalhava para

s? A senhora

estava carregad

do para cá. Para ficar. Ela me mandou

s e, no mesmo dia, planeja trazer o amante para dentro da

a. O senhor Pedro não

ela foi muito

oz dura. "Esta casa é minha. Nin

para Sofia. O telefone chamou uma vez e ca

tar, a cabeça entre as mãos. O que mais el

de uma notificação em seu celular. Um de seus

nstagram

câmera, os rostos colados. A legenda dizia: "Celebrando o amor verdadeiro com

vida de seus pais, ela estava postando fotos com o amante, anunciando a fuga deles para o mundo. Os comentár

che Cayenne que ele lhe dera estava, sem dúvida, estacionado do lado de fora daquele restaurante caro.

ntegrou naquele momento. O amor, a esperança, a memória do que eles foram.

a fúria fria. Ele pegou o celular e fez outra ligaçã

divórcio imediatamente. E quero um levantamento de todos os

perguntou Ricardo, surpres

ram, Ricardo. E

emoção. O acidente, a recusa em ajudar, o

o chocado do out

ue for preciso. Vou congelar os ativos e preparar

ado, R

mas. Apenas uma determinação sombria. Havia coisas a fazer. Ele não po

A mesma enfermeira da emer

eu sinto tanto

Eu preciso cuidar dos preparativos pa

ra o olhou

o deveria estar cuidando disso

avra soando amarga em sua boca. "Eu vou cuidar de tudo.

etalhes do velório. Cada tarefa era um passo, um movimento para frente, uma forma de can

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O Veneno da Fortuna
O Veneno da Fortuna
“O telefone tocou incessantemente na tranquilidade do meu escritório, um prenúncio de algo terrível. A voz do outro lado confirmou meu pior medo: "Seus pais, Antônio e Helena Silva. Houve um acidente. Estado grave." Meu mundo desabou em segundos, mas a primeira pessoa que procurei, minha esposa Sofia, estava ocupada demais celebrando com risadas e música alta. Perguntei: "Sofia, meus pais podem morrer!" Ela retrucou, fria: "E o que você quer que eu faça? Eu não sou médica. Dê um jeito, Marcos." E desligou. A crueldade dela era um tapa na cara, um choque. Mal cheguei ao hospital, a enfermeira e o médico me confirmaram: a responsável pelo atropelamento era Sofia Almeida, no nosso Porsche que dei de presente. Liguei para ela novamente, implorando: "O carro que atropelou meus pais... era o seu Porsche." Silêncio mortal. Então, sua voz congelante: "Isso é impossível. Meu carro está na garagem." Ela me acusou: "Isso é algum tipo de truque, Marcos? Você está tentando estragar a festa do Pedro?" Minha esperança se esvaiu; o médico suspirou: "Sinto muito, filho. Nós fizemos tudo o que podíamos." O som dos monitores cardíacos ecoando pelo corredor marcou o fim. Meus pais se foram, e a dor era física. Mal consegui respirar, lembranças me invadiam, a imagem da minha mãe acolhendo Sofia, e meu pai dizendo que ela trazia luz à nossa vida. Mal sabíamos que era tudo uma farsa. Minha secretária ligou em seguida, com voz hesistante: "A senhora Sofia fez uma retirada hoje à tarde. Cem mil euros." No dia da morte dos meus pais, ela roubou para fugir com o amante. A dor virou raiva fria. Lembrei das humilhações, do desprezo da família dela, da mão de Sofia em meu rosto: "Você entende qual é o seu lugar? Você é o pobretão sortudo que eu escolhi. Aja como tal." Eu suportei tudo, achando que a amava. Não havia amor, apenas um vazio calculista. Ela me via como um degrau. Mas jurei: "Eu prometo que farei justiça por vocês."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10