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O Décimo Despertar: Sofia Renasce

Capítulo 4 

Palavras: 893    |    Lançado em: 08/07/2025

não durou

etornar sendo a audição. Um zumbido baixo e constante, como

a deitada em algo que se movia. Uma maca. As luzes da rua passava

dando," disse

ntil e preocupado. "Não se esforce. Você foi enco

ra soou como u

o com vista para a cidade, Ricardo jog

rta?" ele rosnou para o segu

antes que a gente pudesse... t

co, uma indigente não identificada. Seria o final poético que ele havia planejado para este ciclo. Mas ela era como uma erva daninha, sem

l a levaram," ele ordenou,

silencioso. Depois que os médicos a examinaram, trataram de seus ferimentos e a de

omem de terno, que ela

sem emoção. "Por ordem do Sr.

rida? Pa

. Eles a transferiram da cama para a cadeira sem nenhuma gentileza. Sofia

ra onde a levaram era diferente. Maior, mais luxuoso, mas também mais frio. As janelas eram altas e

aprisionada

meçou a penetrar em seus ossos, apesar do fino lençol

ospe

apenas com um vestido fino. Ela bateu nas portas de vidro, chorou, implorou. Ele ficou do lado de dentro

no quarto não era apenas físico; era o frio d

e abriu n

a

sempre. Ele parou ao pé da cama, olhand

ele disse, a voz calma. "Mas t

ede e baixou ainda mais a temperatur

ontinuou, casualmente. "Uma pena. Eu estava c

ando o medo. "Isso não é um jo

a, o rosto se contorcendo em uma máscara de dor e ódio. "Você achou que podia simplesmente des

bre ela, o hálito

meu amor, vamos jogar um jogo diferente. Um jogo de

u a tremer incontrolavelmente. Seu cor

ou, os dentes batendo.

. "Você armou para que eu a pegasse com outro, você a humilhou! Ela

gritou, a voz rouca. "Eu amav

Você mente tão facilmente quanto respira. Mas não se pre

eitou o terno e camin

Sofia. Eu voltarei par

nte, presa em uma nova câmara de tortura, com as memórias de suas mortes passadas como s

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O Décimo Despertar: Sofia Renasce
O Décimo Despertar: Sofia Renasce
“Esta era a décima vez que Sofia acordava naquele quarto luxuoso. A missão flutuava em letras azuis translúcidas: [Reconquistar o amor de Ricardo]. Simples, direto, impossível. Ela já havia morrido nove vezes, cada uma mais brutal que a anterior, orquestrada pelo mesmo homem que supostamente deveria amar. Ele a empurrou da escada, a deixou congelar, sabotou seus freios, a afogou. Envenenou-a, a deixou em um incêndio, a entregou a homens cruéis. As mortes se tornaram um borrão de humilhação e agonia, todas justificadas por uma suposta "traição" com Juliana. Ela se humilhava, pedia perdão por crimes que não cometeu, absorvendo o desprezo dele. "Você ainda está aqui?" Sua presença me dá nojo." "Olhe para você. Patética." O sistema dizia que o amor dele a libertaria, uma lógica doentia que ela seguiu, até que, em sua décima tentativa, o mundo piscou. Uma falha no sistema a fez ver através dos olhos de Ricardo, revelando sua dor profunda e uma promessa de vingança eterna para alguém que não era ela. "Eu sinto tanto a sua falta. Eu juro que vou fazê-la pagar. Ela vai sentir tudo o que você sentiu. Vez após vez. Para sempre." Não era amor, mas ódio, um teatro de vingança. Ele se lembrava de cada ciclo, cada morte. A verdade a atingiu com a força de um trem: ela era um brinquedo nas mãos de um louco em luto. "O que foi? Viu um fantasma?" Não havia amor para reconquistar, apenas ódio. Uma raiva fria brotou. A jaula se mostrou, e a única saída não era agradar o carcereiro, mas destruir a jaula. Ela riu, um som seco.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10