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A Dor de um Pai Enganado

Capítulo 1 

Palavras: 1698    |    Lançado em: 08/07/2025

anhã invadindo o quarto e agredindo suas pupilas. A festa de um mês do seu filho tinha sido pesada. Pesada demais. Ele se lembrava de brindes, de risadas altas, de seu pai, Roberto, dando tap

u filho.

stava ali. Um barulho suave veio do canto do quarto, do berço de madeira branca que seu avô, Seu Fern

ármore, e caminhou até o berço, um sorriso cansado

no berço nã

s claro. E, inconfundivelmente, o bebê us

via estar sonhando. Ou ainda bêbado. Ele se inclinou, olhando mais de perto. Nã

subir por sua garga

Ele chamou,

ma re

redor luxuoso da mansão. Encontrou sua mãe

a Ana Paula? E on

uma expressão de estra

iu para tomar um ar. E a Isabella está dormindo no

o Carlos começou a acelerar. "Mãe, o nosso fil

testa, uma pitada de

se chama Isabella. Nós celebramos o primeiro mês del

ao redor da cozinha. Sobre a geladeira, presas com um ímã, havia fotos da festa. Ele se aproxim

Impos

na mesa de cabeceira, as mãos tremendo. Abriu a galeria de fotos. Centenas de fotos. Todas da menina. Isabella. Ne

ele sussurrou. "I

, entrou no quarto,

e você não está se sentindo

? O que vocês fizeram com o meu filho?" A

om pena, como se estivesse o

sabemos disso. Mas Deus nos deu a pequena Isabell

role se esvaindo. "Eu não estou louco!

m o grito e começou a chor

rto. Seu rosto, normalmente doce, estava contraído em uma

e pegou a criança, e

retamente para João Carlos. "Isabella.

ele. Todos mentindo. Uma

e confusão. Ele precisava de uma pr

voz baixa e ameaçadora. "Eu v

em direção

bebê," el

chegue perto dela.

na Paula. A bebê, assustada, começou a chorar mais alto. João Carlos a segurou, o corpo pequeno e fr

go terrível

ficou mole. Seus olhos pequenos e escuros revirar

ou de r

raços

egante de João Carlos. Ele olhou para o rosto sem vida da criança,

não...

rasgou o ar. Um grito

VOCÊ MATOU A

am para o lado dela, os rostos t

ue você fez?"

de respirar!" João Carlos gaguejou, o corpo da b

chegou minutos depois. A cena era caótica. Ana Paula chorando histericamente, seus pais

dendo seus pulsos. Os flashes das câmeras dos repórteres que já havia

nstr

a própri

A família inteira testemunhou contra ele. O laudo da autópsia indicava asfixia. As

cas. Foi considerado o delírio de um homem instável que não aceitava ter

nado. Sentenc

morrendo em seus braços se repetia em sua mente, um loop infinito de horr

le fechou os olhos. A última coisa que viu foi o rosto de Ana Paula, observando-o de tr

orreu seu corpo. Do

.

tão,

rgo de álcool. Ele abriu os olhos. Estava em

stava

do tudo um pesadel

escontroladamente. Um barulho suav

rçou a levantar, as pernas tr

ina. No mesmo m

lta ao dia da festa. De vo

a a mesma, mas sua mente estava terrivelmente clara. Não era um sonho. Era

ital. Era o dia seguinte à festa de

conta dele. Se ele estava de volta, tinha uma segunda chance

ssos no corr

s? Já acordo

lvo de uma serpente. Ele olhou para a mulher que entrou no quart

disse, a voz calma, su

Isabella dormiu como um anjo," ela disse,

sistiam nesse nom

" ele r

eria. As mesmas fotos da menina. Nenhuma de Lucas. Ele foi até o armário. As

o tudo. As fotos, as roupas, talvez até os documentos. Eles o estavam pr

urrou para o fundo. Raiva não o ajudaria.

em seus braços. Tinha que haver uma razão. Não

e não chegari

te dia. E então, ele iria des

-

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A Dor de um Pai Enganado
A Dor de um Pai Enganado
“A cabeça de João Carlos latejava, com o gosto amargo da noite anterior. Ele acordou em sua cama, o sol da manhã invadindo o quarto. Foi quando percebeu: seu filho Lucas havia desaparecido do berço. No lugar, uma menina que ele nunca tinha visto, com um macacão rosa. Sua esposa, Ana Paula, e seus pais, Regina e Roberto, agiam como se nada estivesse errado. Eles insistiam que a menina, Isabella, era sua filha e que Lucas nunca existiu. Seu mundo virou um pesadelo de acusações e mentiras, pintando-o como um louco obcecado. Em seu desespero para provar a verdade, ele se aproximou da bebê, e na confusão, ela parou de respirar em seus braços. A cena causou horror, com sua família o apontando como assassino, as câmeras registrando cada grito. Ele foi condenado, e a eletricidade da cadeira ceifou sua vida. A dor e a injustiça foram a última coisa que sentiu antes da escuridão. Mas a vida lhe deu uma segunda chance. Ele acordou novamente na mesma cama, no mesmo dia, com a mesma dor de cabeça. A menina estava lá, no berço, e a farsa de sua família se desenrolava outra vez. Ele não seria mais uma vítima. Desta vez, equiparado com o conhecimento do futuro, ele iria desmascarar cada um deles e lutar pela verdade. A vingança começou, e ele não aceitaria ser o bode expiatório novamente.”
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