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A Dor de um Pai Enganado

Capítulo 2 

Palavras: 1084    |    Lançado em: 08/07/2025

tocasse nela, não poderiam culpá-lo. Ele passaria o dia trancado no escritór

via os sons da casa. A voz de sua mãe cantarolando na cozinha. Os passos de Ana Paula, que já havia retornado de sua "

tomar café?" Ana P

m seu sorriso doce e seus olhos

chamada importante de trabalho. Vou ficar n

Você nem deu um beij

ejo mais

não conseguiu se concentrar em nada. Sua mente repassava os eventos da "primeira vida" . A morte da bebê,

precisavam tirá-lo do caminho. E a melhor maneira de fazer isso era transformá-lo em um monstro, um assassino de crianças

fechada. O riso de Ana Paula, o balbuciar da bebê, as conversas d

deira e fechou os olhos, apenas por um momento. A exaustão era imensa, um

r um som que ge

gri

gudo e desesper

ntra as costelas. Ele abriu a porta do escritório e c

meira vida. Ana Paula estava ao lado d

irando! João, ela n

ado perto. Ele se aproximou do berço, o medo o dominando. A bebê esta

não tocar nela. Mas o instinto, a visão

a!" ele gritou, pega

apinhas nas costas, tentou alguma manobra primitiva

o horror

eanimá-la, ela deu um último, pequeno suspiro, e seu corpo fi

ele murmurou, o d

ele fizesse. O destino estava selado.

z disso, ela olhou para ele com uma frieza calculad

rrou, a voz carregada de uma

lho. Vendo a cena – João Carlos com a bebê morta nos braç

ou sua mãe, mas havia um tom de

ra vez foi substituído por uma fúria selvagem e um instinto

culpa. A arma do crime. Num impulso de pânico e repulsa, ele

issou com um baque surdo no tapete f

se seguiu foi

rostos de seus pais e de Ana Paula se contorceram em exp

?" gaguejou seu pai,

ue começava a se formar na porta. O vizinho, Sr. Antunes, estava l

evento não o quebrou, mas o forjou. A visão do corpo no chão,

Era um roteiro. E eles

dores, um por um. Ana Paula, a viúva de luto. Sua mãe, a avó em ch

oz surpreendentemente firme e fria. "Chamem

rica desta vez. Ele iria lutar.

o medo nos olhos deles eram palpáveis. Ele era o vilão da história, o pai

ele estava determinado a prová-la, não importasse o quão impossível parecesse. A

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A Dor de um Pai Enganado
A Dor de um Pai Enganado
“A cabeça de João Carlos latejava, com o gosto amargo da noite anterior. Ele acordou em sua cama, o sol da manhã invadindo o quarto. Foi quando percebeu: seu filho Lucas havia desaparecido do berço. No lugar, uma menina que ele nunca tinha visto, com um macacão rosa. Sua esposa, Ana Paula, e seus pais, Regina e Roberto, agiam como se nada estivesse errado. Eles insistiam que a menina, Isabella, era sua filha e que Lucas nunca existiu. Seu mundo virou um pesadelo de acusações e mentiras, pintando-o como um louco obcecado. Em seu desespero para provar a verdade, ele se aproximou da bebê, e na confusão, ela parou de respirar em seus braços. A cena causou horror, com sua família o apontando como assassino, as câmeras registrando cada grito. Ele foi condenado, e a eletricidade da cadeira ceifou sua vida. A dor e a injustiça foram a última coisa que sentiu antes da escuridão. Mas a vida lhe deu uma segunda chance. Ele acordou novamente na mesma cama, no mesmo dia, com a mesma dor de cabeça. A menina estava lá, no berço, e a farsa de sua família se desenrolava outra vez. Ele não seria mais uma vítima. Desta vez, equiparado com o conhecimento do futuro, ele iria desmascarar cada um deles e lutar pela verdade. A vingança começou, e ele não aceitaria ser o bode expiatório novamente.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10