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A Dor de um Pai Enganado

Capítulo 3 

Palavras: 1168    |    Lançado em: 08/07/2025

acabra. Dois policiais uniformizados entraram na casa, os rostos sérios, avaliando a cena com olhos treinados. O

um soluço controlado e performático. Seu Robe

epois... depois a jogou no

oximou de João Carlos,

, mantenha as mãos

mudo e paralisado, João Carlos agora estava focado.

agressividade. "Eu a encontrei sem respirar. Tentei reanim

, olhando para o corpo no chão. "I

a calma. "Mas não é o que aconteceu. Algo está muit

cabeça, o rosto b

er isso? Você matou nossa filha! Você nunca

irando na mesma ferida. O polici

ar tudo." Ele se voltou para João Carlos. "Vo

ue vocês façam uma coisa. Eu quero um exame toxicológic

de DNA é procedimento padrão em casos

se João Carlos, olhando diretamente para Ana Pau

tunes, se aproxim

Eu ouvi o grito e comecei a gravar. Ele

precisar desse vídeo como

ndo ao seu redor. Mas desta vez, João Carlos tinha um conhec

o pressionaram, jogaram o vídeo do Sr. Antunes e

ê estava deprimido por n

ue você andava

se recusou a segurar

mente. João Carlos negou tudo, com calma e firmeza, mas ele via a

de descuido, a pressã

ra vez disse que foi asfixia,"

terrogava parou de

? Do que você

via revelado algo que não devia. Algo

oi de asfixia," ele tentou consertar, mas o estrago esta

zes, mas ele se agarrou à sua determinação. Ele não podia falhar. Ele pensav

ro, contratado por sua família – ou melhor, pelo

A família inteira contra você, um víd

João Carlos repetiu

ta muito quando as prov

a chegou e o atingiu como um raio.

uma expressão confusa. "A causa da morte foi uma overdose mas

étodo. Por quê? Para tornar o caso ainda mais sólido contra ele? Uma morte por negligência (

guinte da notí

olhar de puro nojo. "Suas impressões digitais. Estavam

m nenhuma mamadeira. Ele passou o

nos

se trancar no escritório. Um copo que sua mãe lhe entregou. Ter

m fôlego. Eles pensaram em tudo. Eles o estavam cer

ão enfurecida o esperava do lado de fora do tribunal. Eles gri

sass

nstr

de mo

"caminhada da vergonha" . Ele olhou para o outro lado da rua e viu Ana Paula, dando uma entrevista, o

pesadelo do qual não conseguia acordar, um labirinto o

dentro do prédio, em meio ao caos e ao ódi

s e meticulosos. Mas não e

a teia de mentiras, havia um

m a polícia, nem com advogados, nem com a justiça. Ele só podia contar consigo mesmo. Ele t

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A Dor de um Pai Enganado
A Dor de um Pai Enganado
“A cabeça de João Carlos latejava, com o gosto amargo da noite anterior. Ele acordou em sua cama, o sol da manhã invadindo o quarto. Foi quando percebeu: seu filho Lucas havia desaparecido do berço. No lugar, uma menina que ele nunca tinha visto, com um macacão rosa. Sua esposa, Ana Paula, e seus pais, Regina e Roberto, agiam como se nada estivesse errado. Eles insistiam que a menina, Isabella, era sua filha e que Lucas nunca existiu. Seu mundo virou um pesadelo de acusações e mentiras, pintando-o como um louco obcecado. Em seu desespero para provar a verdade, ele se aproximou da bebê, e na confusão, ela parou de respirar em seus braços. A cena causou horror, com sua família o apontando como assassino, as câmeras registrando cada grito. Ele foi condenado, e a eletricidade da cadeira ceifou sua vida. A dor e a injustiça foram a última coisa que sentiu antes da escuridão. Mas a vida lhe deu uma segunda chance. Ele acordou novamente na mesma cama, no mesmo dia, com a mesma dor de cabeça. A menina estava lá, no berço, e a farsa de sua família se desenrolava outra vez. Ele não seria mais uma vítima. Desta vez, equiparado com o conhecimento do futuro, ele iria desmascarar cada um deles e lutar pela verdade. A vingança começou, e ele não aceitaria ser o bode expiatório novamente.”
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