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A Dor da Desilusão

Capítulo 1 

Palavras: 661    |    Lançado em: 08/07/2025

Silva já sentia em seu coração. Uma alegria imensa, pura, a fez que

a novidade. Ele estava lutando tanto com sua empresa, trabalhando dia e no

ificação no Instagram chamou sua atenção. Era um

sorrisos largos e cúmplices. A mulher, uma loira de aparência sofisticada, olhava para ele com uma adoração que Maria conhec

o de repente pareceu pesado, frio. Não podia ser verdade.

sa, Maria estava sentada no sofá, em silênc

ntarolando, e

meu bem? Que

Apenas virou a tela

, mas não havia pânico em seus olhos. Havia

Você

o que e

a voz de Maria era

rona em frente a ela, como se est

ela é Sof

omo se escolhesse as

café do país. Ela vai me ajudar. A empresa está

. Ele não estava negando.

cê está me trocan

e. "Isso é sobre futuro, sobre status. É algo

arecer sob seus pés. Ela olhou para o homem com quem era casada há três

tranhamente específica, quase ensaiada. Por que ele estava dizendo isso

o sério?" ela gaguejou, a

da dependência dela, mudou de tática. Ele se inclino

er assim. Eu sei que

elou. Como

ca aqui, tem o nosso filho. Ninguém precisa saber de nada. Eu continuo com a Sofia, ela financ

nte, que algo dentro de Maria se partiu

vantou de

estalou no sil

os dela apareceu instant

gritou, a voz rou

de plástico do bolso e o a

a sua 'melh

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A Dor da Desilusão
A Dor da Desilusão
“A pequena linha azul no teste de gravidez transformou Maria da Silva, uma designer promissora, na mulher mais feliz do mundo. Ela imaginava o brilho nos olhos de Pedro, seu marido, o homem que ela tanto ajudou a construir um sonho, ao saber da notícia. Mas uma notificação no Instagram a jogou em um abismo: uma foto de Pedro abraçado a outra mulher, linda e sofisticada. A legenda era um soco no estômago: "Com meu amor, celebrando o futuro. #poder #sucesso". Pedro chegou em casa e confirmou o horror: a mulher, Sofia Costa, era filha de um fazendeiro de café milionário, a "salvação" da empresa falida deles. "É sobre futuro, sobre status. É algo que você não pode me dar. Eu quero o divórcio", ele disse, frio. A alma de Maria se partiu em "divórcio". Mas a frieza de Pedro, ao revelar que sabia da gravidez, foi ainda mais brutal: "Você fica aqui, tem nosso filho. Ninguém precisa saber. Eu continuo com a Sofia e sustento vocês. É a melhor solução." A oferta era uma humilhação tão profunda que a tristeza virou fúria, e a mão de Maria encontrou o rosto dele. "Seu monstro!" ela gritou, jogando o teste nele, "Aqui está a sua 'melhor solução'!" Ele riu, jogou os papéis do divórcio e forçou a assinatura dela, empurrando-a contra a mesa e causando uma dor lancinante. O sangue que escorreu por suas pernas não deixou dúvidas: ela havia perdido o filho. No hospital, ela viu Pedro consolando Sofia por um arranhão, enquanto ela própria sangrava até quase a morte, e a solidão a esmagou. Seus pais a resgataram, mas era tarde: "Não puderam salvá-lo, minha querida", disse seu pai. Mas das cinzas da dor, um novo fogo se acendeu: "Eles vão pagar", ela sussurrou ao pai, o verdadeiro e poderoso fazendeiro de café, o João da Silva, cujo nome Sofia havia roubado. Duas semanas depois, Maria ligou para Pedro, com a voz gélida: "Estou pronta para finalizar o divórcio." No cartório, o ventre liso de Maria fez Pedro acusá-la de ter se livrado do filho, mas ela não se abalou. Ela assinou os papéis enquanto Pedro e Sofia se apressavam para casar ao lado. Mas então, Maria viu, nos documentos de Sofia, o nome de seus próprios pais. "O que diabos aquilo significava?"”
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