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A Dor da Desilusão

Capítulo 2 

Palavras: 511    |    Lançado em: 08/07/2025

uma grande agência. Ela se lembrava da conversa com Pedro, os olhos dele brilhando de ambição enquanto falav

ças, trabalhou como sua assistente não remunerada, organizando planilhas até tarde da noite, movida a café

o tudo de si para um homem que a descartaria como um objeto quebrado? A noite lá fora era uma tempestade, e os trovões

ussão horrível da noite anterior não tivesse acontecid

ele disse com um sorriso forçado, c

a tão falso, revirou o estômago de Maria. E

os olhos secos

queijo conserta isso?" su

aciência dele era curta. A máscara de bom moç

vel para áspero. Ele tirou uma pasta de sua maleta e a jog

ada. Abriria mão de todos os direitos sobre os bens do casal,

sse, incrédula. "Metade d

resa está afundada em dívidas. Você não tem

, sua presença f

u lutar pela guarda do bebê e vou provar que você é uma mãe instável e i

a se apaixonou. Este era um estranho, um predador que conhecia todas as suas fraquezas e não hesitaria em usá-las contra ela. A

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A Dor da Desilusão
A Dor da Desilusão
“A pequena linha azul no teste de gravidez transformou Maria da Silva, uma designer promissora, na mulher mais feliz do mundo. Ela imaginava o brilho nos olhos de Pedro, seu marido, o homem que ela tanto ajudou a construir um sonho, ao saber da notícia. Mas uma notificação no Instagram a jogou em um abismo: uma foto de Pedro abraçado a outra mulher, linda e sofisticada. A legenda era um soco no estômago: "Com meu amor, celebrando o futuro. #poder #sucesso". Pedro chegou em casa e confirmou o horror: a mulher, Sofia Costa, era filha de um fazendeiro de café milionário, a "salvação" da empresa falida deles. "É sobre futuro, sobre status. É algo que você não pode me dar. Eu quero o divórcio", ele disse, frio. A alma de Maria se partiu em "divórcio". Mas a frieza de Pedro, ao revelar que sabia da gravidez, foi ainda mais brutal: "Você fica aqui, tem nosso filho. Ninguém precisa saber. Eu continuo com a Sofia e sustento vocês. É a melhor solução." A oferta era uma humilhação tão profunda que a tristeza virou fúria, e a mão de Maria encontrou o rosto dele. "Seu monstro!" ela gritou, jogando o teste nele, "Aqui está a sua 'melhor solução'!" Ele riu, jogou os papéis do divórcio e forçou a assinatura dela, empurrando-a contra a mesa e causando uma dor lancinante. O sangue que escorreu por suas pernas não deixou dúvidas: ela havia perdido o filho. No hospital, ela viu Pedro consolando Sofia por um arranhão, enquanto ela própria sangrava até quase a morte, e a solidão a esmagou. Seus pais a resgataram, mas era tarde: "Não puderam salvá-lo, minha querida", disse seu pai. Mas das cinzas da dor, um novo fogo se acendeu: "Eles vão pagar", ela sussurrou ao pai, o verdadeiro e poderoso fazendeiro de café, o João da Silva, cujo nome Sofia havia roubado. Duas semanas depois, Maria ligou para Pedro, com a voz gélida: "Estou pronta para finalizar o divórcio." No cartório, o ventre liso de Maria fez Pedro acusá-la de ter se livrado do filho, mas ela não se abalou. Ela assinou os papéis enquanto Pedro e Sofia se apressavam para casar ao lado. Mas então, Maria viu, nos documentos de Sofia, o nome de seus próprios pais. "O que diabos aquilo significava?"”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10