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A Geladeira e o Segredo

Capítulo 4 

Palavras: 689    |    Lançado em: 08/07/2025

em um quarto de hospital, o cheiro de antisséptico no ar. Um médico me disse que eu tive hipotermia e bebi demais, mas que ficaria bem. A única cois

ão era um cobertor pesado, mas estranhamente reconf

. Era ela. A voz dela estava tens

ê está? O que acont

no hos

stá com o rosto todo machucado! Você o

que eu estava no hospital. Sua única preocupação era c

a Paula? O que você fez? Você me

silêncio

tava bêbado e fez um escândal

iras, das desculpas, da manipulação

em, Ana

É só isso que vo

preciso

z dela. Eu não queria mais fazer parte do jogo dela. Naquele momento, tomei uma dec

ei uma mensagem para ela. "Preciso de um tempo. Vou passar uns dias fora para pens

nsar no quê? Na sua agressividade?

. Desligue

onista disse que era minha sogra. Por um momento, pen

Al

Onde você está? Ana Pa

cia era doce com

Lúcia. Só precis

to! Vocês dois precisam se acertar e nos dar essa alegria. Ana Paula me disse que vocês não estão se esforç

marga de suas palavras. O neto que ela tanto queria já tinha sido concebido. E

rmação final. Meu plano não era apenas justo, era necessário. Eles m

e aniversário. E eu tenho um presente muito especial

odia contar com você. Veja se faz as

, eu

orge não seria uma celebração. Seria um tribunal. E eu seria o juiz, o júri e o carrasco. Eu olhei para a gaveta da mesinh

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A Geladeira e o Segredo
A Geladeira e o Segredo
“A geladeira zumbia baixo, um som constante que eu nunca notava, até Ana Paula ir embora. Então, algo que nunca imaginei: escondido no fundo da geladeira, um pequeno frasco de vidro, frio ao toque, com um líquido transparente e algo minúsculo flutuando dentro. Minha esposa, perfeita e dedicada, no fundo, era uma farsante manipuladora. "Atestado de Procedimento de Interrupção de Gravidez." O pior veio depois: o nome do parceiro não era o meu, mas de Marcos, o amigo da faculdade que meu sogro tratava como filho. De repente, o homem apaixonado morreu, e em seu lugar nasceu um homem frio, calculista, com um único desejo: vingança. Descobri que ela ia a um "happy hour" que na verdade era um encontro com Marcos. Segui-a até um bairro nobre e vi os dois abraçados na sacada, rindo, trocando beijos longos e profundos. "Ele não desconfia de nada. É tão ingênuo." Sua voz foi como um soco no meu estômago. A dor era física, mas a humilhação de ter sido enganado por tanto tempo era ainda pior. A vingança não era mais apenas um desejo, era uma necessidade, a única coisa que me manteria vivo. Meus anos de sacrifício por ela, de abrir mão de promoções pelo nosso futuro, eram uma farsa. Ela me usou como provedor, enquanto se divertia com outro. No bar, o álcool queimava, mas não apagava a imagem deles juntos. Meu sogro queria um neto, e eu o daria um presente inesquecível em seu aniversário de 60 anos. Ao sair do bar, esbarrei novamente com eles no parque, no nosso lugar romântico. Não me contive. "Ricardo? O que você está fazendo aqui?" Eu o soquei sem dizer uma palavra. "Ricardo, para! Você está louco?" Ela não me ajudou; correu para ele e me deu um tapa, me jogando no lago. "Ele que se dane. Ele mereceu." Eles me abandonaram para morrer, a última fagulha do meu amor se extinguiu para sempre. No hospital, ela se importava apenas com o amante. "Eu agredi o Marcos? E você, Ana Paula? O que você fez? Você me deixou para morrer em um lago." Decidi que queria o divórcio e que daria ao meu sogro o presente que ele tanto queria na festa. O palco estava montado.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10